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sexta-feira, junho 12, 2009

Rio convoca atletas para o National Cup

Competição traz premiação em dinheiro

Será realizado nos dias 27 e 28 de junho, em São Paulo, o National Cup, competição organizada pela World League Pro Jiu-Jitsu (WLPJJ). O evento contará com grande infra-estrutura e organização, já que uma das propostas da entidade é a profissionalização do jiu-Jitsu. Por isso, haverá premiação em dinheiro, com as finais da faixa-preta disputadas num verdadeiro clima de espetáculo.

Os atletas do Rio de Janeiro que quiserem participar deverão se inscrever através da FJJD-RIO, que formará uma grande delegação para representar o estado. Os competidores lutarão por suas equipes, mas os mesmos serão identificados como representantes do Rio de Janeiro. Desta forma haverá grande oportunidade de divulgação e projeção do trabalho realizado pelas equipes, já que as competições organizadas pela WLPJJ contam com a cobertura de diversos veículos de imprensa especializados.

Depois da formação da seleção carioca de jiu-jitsu, no Estadual da FJJD-Rio, o National Cup formará o time de São Paulo para o desafio, que acontece em agosto. Sendo assim, esta é a chance de os atletas do Rio já conhecerem alguns dos futuros adversários.

Os interessados em participar que quiserem ir no onibus fretado pela FJJD-Rio, favor confirmar até o dia18 de junho (quinta-feira). Informações:
Tel. 7857 30 33
ID 87*52 47, 3624 95 89.
rogeriogavazza@yahoo.com.br
diretoria@fjjdrio.com.br
Link para a WLPJJ: http://wlpjj.com/
Fonte Portal das Lutas

Durinho elogiado no Mundial

Demian Maia, Comprido e Mário Reis gostaram do que viram
O faixa-preta da Atos Gilbert Burns “Durinho” lançou-se de cabeça no Mundial de Jiu-Jitsu entre os leves e acabou impressionando uma qualificada platéia com sua campanha até a final.

“Recebi alguns elogios de diversos nomes do Jiu-Jitsu sobre as minhas lutas. Léo Viera, Demian Maia, Rodrigo Comprido e Mário Reis foram alguns deles”, disse orgulhoso Durinho.

Durinho fez cinco lutas no Mundial e sua vitória de maior destaque foi sobre Lucas Lepri (Alliance), considerado favorito. Na final, porém, Lepri foi vingado por seu companheiro de equipe Michael Langhi, que derrotou Durinho e conquistou o título.

A trajetória de ascensão de Durinho em mundiais é interessante. O lutador já esbarrou outras vezes com Lepri e Langhi. Em sua primeira participação, quando era faixa-marrom, ele perdeu para Langhi por pontos na final; na segunda, já com a faixa-preta, acabou sentindo o peso da estréia e foi superado por Lepri. Este ano, em sua terceira aparição, venceu Lepri e perdeu para Langhi.

Durinho na final contra Langhi acabou fraturando o nariz, mas retornou para a luta

“O Langhi está muito bem. É um bom atleta e vem de bons resultados. Já lutei com ele sete vezes e ganhei duas, o mérito é todo dele. Mas ainda tem diversas competições no ano, como o Rio Open, Mundial Sem Kimono, os campeonatos na Jordânia e em Abu Dhabi”, afirmou o faixa-preta.

Agora Durinho está nos Estados Unidos ministrando seminários e pretende voltar em julho para Niterói, Rio de Janeiro, onde deseja abrir sua própria academia. O lutador está confiante na fase e com boas perspectivas na carreira.

“Queria agradecer primeiro a Deus, por todas as portas que estão se abrindo na minha vida, aos meus companheiros de treinos da Atos, meu Professor Ramon Lemos, aos meus patrocinadores e a todos que me dão forças, como meus amigos e familiares”, finalizou.
Fonte GracieMAG

Bráulio Estima comemora o tri

'O absoluto ainda está engasgado'
Bráulio Estima adicionou na sua coleção de medalhas a mais valorosa de todas, a de campeão Mundial peso pesado, conquistada no dia 7 de junho em Long Beach, Califórnia. Com o êxito na final sobre Alexandre Souza, em luta que venceu por 2 x 0, o Carcará tornou-se tricampeão mundial.
“Ser tricampeão mundial na preta não é fácil. Acho que foi uma forma de afirmação pra mim mesmo. Estou muito feliz, orgulhoso e ansioso para conquistar o quarto título”, disse Estima, que já lutou cinco Mundiais, conquistou três ouros e duas pratas.
Mesmo com tantas medalhas, Bráulio sente bastante falta de mais uma. Talvez a mais importante para um competidor. “Estou me sentindo muito feliz e satisfeito com o peso, mas com absoluto ainda engasgado. Afinal eu estava de olho no absoluto. Agora o foco é o absoluto”, desabafou.
“Comecei bem no absoluto finalizando primeiro o Mike Fowler com uma chave de braço. Depois passei por Thiago Gaia com um triângulo e fiz mais uma luta polêmica com Gabriel Vella. Um a um em vantagens e eu com um triângulo encaixado no final. O juiz levantou o braço dele e o estádio foi abaixo. Acho que só o juiz concordou com a decisão. Frustrante. Mas valeu o trabalho de equipe por deixar o Vella mortinho pra lutar com Rominho”, alfinetou Estima.
Embora esteja com muita vontade de um título no absoluto, Bráulio de um modo geral anda em ótimo astral. Anteontem completou 29 anos e pôde voltar para a família, na Inglaterra, com o título de campeão mundial, feito que ele fez questão de oferecer ao seu filho recém-nascido, Julian.
“Cheguei ao meio-dia dessa quarta-feira, direto pro churrasco pra comemorar. Não via a hora de rever o meu filho. Essa vitória foi pra ele. Estou completando 29, último ano de adulto”, brincou.
“Eu queria dizer que essa medalha tem muitos donos. Sempre fui muito ajudado. Um suporte enorme dos familiares e amigos, do meu professor Zé Radiola. Dedico essa vitória ao meu filho Julian e pro Tussa, que por um incidente na academia na quarta feira na pode lutar como sempre luta”, finalizou Estima.
Fonte GracieMAG

Kyra e as pratas no Mundial 2009


Tricampeã mundial, Kyra Gracie experimentou uma sensação diferente em 2009. Batendo na trave no peso e no absoluto, a casca-grossa deixou a Califórnia com duas medalhas de prata na bagagem. Em conversa com a TATAME, Kyra falou sobre seu percurso no Mundial e garante: “acho que eu lutei muito bem. Qual peso leve chega na final de absoluto?”.

Na entrevista exclusiva, que você confere amanhã na TATAME, a faixa-preta falou, ainda, sobre a rivalidade com Luana Alzuguir. “Não é só ela que me quer, todo mundo quer me ganhar, né? Eu já ganhei dela duas vezes e agora ela me ganhou. É bom ver esse pessoal novo chegando, e ainda vão ter muitas lutas nossas... É esperar para ver”, decreta a Gracie, prometendo ir atrás do tricampeonato no ADCC, em setembro.


Fonte TATAME


Vella e a maratona pelo título mundial

Se no absoluto Gabriel Vella saiu na semifinal, o casca-grossa da Alliance subiu ao lugar mais alto do pódio entre os pesadíssimos. “Foi sem palavras, não tomei nem um ponto. Hoje (domingo) foi um dia bom. Ontem fiz uma luta no peso, hoje mais três no peso e quatro no absoluto, uma verdadeira maratona... Desde que eu voltei, eu já tinha sido campeão faixa-preta em 2002 e, ano passado, eu fui campeão Mundial sem quimono e vice no absoluto”, comemora Vella, que ajudou a Alliance a faturar o tetracampeonato por equipes.

“É uma honra poder estar com tantos campeões, cada um com um jogo diferente. Temos um professor muito capacitado a formar campeões, não só esses atuais como os do passado. Ele foi campeão também, assim como o Jacaré, Alexandre Paiva... Esse é o resultado, eles trabalham duro para isso”, afirmou o campeão, revelando o pulo do gato do time. “Nosso diferencial é ter esse elenco treinando junto, espírito de companheirismo. Quando um está cabisbaixo, um levanta a cabeça do outro. O treinamento pode ser individual, mas, no dia-dia, temos muito suporte”.

Apesar do show no peso, Vella teve problemas no sábado, quando lutou o absoluto. “Já faz dois anos que eu estou de volta, competindo todos os torneios e alcançado pódio e medalha em todos, só que, no nível profissional que está, muitas vezes os detalhes e interpretações dos juízes nos deixam fora de uma medalha de ouro... Mas eu nunca abaixei a cabeça e sempre continuei treinando”, conta o lutador, que teve problemas com o quimono que usaria no Mundial.

“Ontem (sábado) eu tive um dia ruim, porque coisas desagradáveis aconteceram. O cara não aprovou o quimono de competição que eu vinha lutando, sendo que já havia sido aprovado, tanto é que eu lutei. Só que, quando ele secou, ficou um pouco mais duro, aí, por um milímetro, não passou. Eu fiquei aborrecido, porque dependo de apoio, patrocínio”, lamenta o lutador, que ainda se lesionou na última luta. “O dedo quebrou na outra luta, foi um dia ruim...”, finalizou o campeão.
Fonte TATAME

Reyson dá seminário na academia de Roger


Além de pertencer a um seleto grupo de lutadores que ostenta a faixa-vermelha na cintura, Reyson Gracie, de 66 anos, foi um dos precursores do Jiu-Jitsu no Amazonas, em 1977. Para Rickson, o faixa-vermelha foi o responsável, também, pela popularização do Jiu-Jitsu na comunidade do Rio de Janeiro. Atualmente, o Mestre vem ministrando seminários em diversos paises como Grécia, Suíça, Alemanha e França, e já tem data marcada para o próximo. No dia 14 de junho, a partir das 11h, a academia do bicampeão mundial absoluto Roger Gracie receberá o Mestre, prometendo um dia agitado na Terra da Rainha.
Fonte TATAME

quinta-feira, junho 11, 2009

Tropa de Elite osso duro de roer... Alliance!!!!


Nossa equipe de medalhistas na faixa preta, nunca houve em mundiais tamanha superioridade de um escola, repetindo o feito do Abu Dhabi Pro, nossa equipe deu show na principal divisão do campeonato.

Fonte Site do General Fabio Gurgel

Bráulio na TATAME TV: “Foi quase perfeito”

No Mundial 2009, não teve pra ninguém entre os pesados. Depois de pegar Rodrigo Pinheiro com um triângulo e finalizar Alexandre Ceconi com um estrangulamento pelas costas, Bráulio Estima fechou sua participação no Mundial 2009 derrotando Alexandre de Souza numa final duríssima, decidida com uma raspagem. Em festa pelo tricampeonato, Bráulio conversou com a TATAME TV sobre a conquista, os desafios que encarou rumo ao ouro, sua eliminação no absoluto e muito mais. Confira abaixo o vídeo exclusivo com Bráulio Estima na TATAME TV.


Fonte TATAME

Malfacine canta de galo no Mundial 2009

Com 3x1 nas vantagens, Bruno Malfacine comemorou, pela segunda vez na carreira, o título mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta. Encarando Caio Terra na grande final, justamente o responsável pela sua eliminação no torneio em 2008, Malfacine se recuperou em grande estilo.

“Em 2007 eu fui campeão, mas em 2008 eu entrei meio desconcentrado e lutei mal, era o dia dele. Ele conseguiu me vencer numa luta ótima, considerada a melhor do evento. De lá para cá, eu estava esperando muito por essa luta, pois eu tinha perdido e, um ano antes, tinha sido campeão. Perdi para ele de bobeira, então aguardei bastante esse momento, que eu sabia que viria na hora certa. Nada melhor lavar a alma numa final de Mundial”, comemora Malfacine, relembrando o caminho até o título.

“Nas quartas, lutei com um japonês, consegui pegar as costas e finalizar. A semi eu fiz com o Felipe Costa, onde cheguei na lateral e peguei também. A final eu venci nos pontos, porque teve muita estratégia. Não podia errar. Eu tive a oportunidade de quase pegar ele, a posição estava bem encaixada, mas tivemos que voltar em pé. Mas está bom”, relembra o campeão já pensando na hora de voltar aos tatames. “Agora é só comemorar e corrigir os erros para o próximo campeonato”, finalizou.
Fonte TATAME

Gui: “Que seja o primeiro título de muitos”

Acostumado a lutar entre os penas ao lado do irmão Rafael Mendes, Guilherme aceitou a proposta da equipe Atos e desceu para, entre os plumas, tentar abocanhar um título para a equipe. E deu certo. Derrotando o campeão mundial Samuel Braga por uma vantagem, Gui conquistou o primeiro mundial na faixa-preta. “Tomara que esse seja o primeiro título de muitos”, completa.

Desde que chegou à faixa-preta, Guilherme seguia batendo na trave, enquanto seu irmão brilhava. Neste Mundial, porém, a situação se inverteu. “Graças a Deus deu tudo certo, venci todas as lutas muito bem, me senti a vontade na categoria, treinei para isso e graças a Deus cheguei. Favorito é sempre quem treina e como a gente treina bastante, somos sempre favoritos e vou estar sempre ai para incomodar”, finalizou o campeão, que pode embarcar rumo ao Japão: “o Rafael está indo pro Japão lutar o Deep, evento de Submission, e eu acabei de receber uma proposta... Talvez eu também vá para o Japão”, finalizou.
Fonte TATAME

'Talvez tenha sido o último'

Tetra mundial, Cobrinha não sabe se vai lutar a edição do ano que vem

O Jiu-Jitsu é fonte de inesgotável alegria, sabedoria e realização para Rubens Charles Maciel “Cobrinha”. E não é preciso explicar muito, basta conferir suas vitórias (no sentido mais amplo da palavra) na carreira e seu talento para a arte suave, disponível aos olhos de todos no Mundial, a cada ano que passa.

No último final de semana o faixa-preta da Alliance conquistou mais um título Mundial entre os penas e se consagrou tetracampeão. Igualando-se ao feito de Royler Gracie (1996, 1997,1998 e 1999). Curiosamente, Cobrinha começou sua campanha dez anos depois de Royler. Desde 2006 o lutador domina a categoria pena no Mundial (2006, 2007, 2008 e 2009).

No Pan desse ano, ele abocanhou o tri e coroou sua campanha com sucesso (2007, 2008 e 2009). Vitorioso é, portanto, um adjetivo justo para esse paranaense, que mudou-se para São Paulo aos três anos de idade, passou aperto quando desempregadoteve que dormir no dojô da academia e almoçar na casa de amigos e que com nove anos de carreira já garantiu um respeitável lugar no rol da história do Jiu-Jitsu.

Como foi a luta contra Bruno Frazatto?
Fiquei tentando atacar o tempo todo e quando faltava um minuto para o final da luta consegui chegar numa boa posição. Eu acho que essa luta foi uma das melhores que eu já fiz com ele. Sei que ele tinha traçado uma estratégia, mas acabou que não veio dando certo. Eu procurei não deixar ele colocar na posição que ele queria. Ele resolveu usar os outros recursos que ele tinha, como a excelente guarda. Tentava tirar a perna dele da frente do meu rosto e aparecia perna pra todos os lados. Ele mostrou que tem uma guarda excelente. Espero que ele continue assim mostrando o Jiu-Jitsu que mostrou na final. É esse o Jiu-Jitsu que todos querem ver.

Falou-se muito do seu confronto com o Rafael Mendes. Como foi enfrentá-lo nas semifinais?
Não tive nenhuma pressão, até porque na minha vida nada foi fácil. Sempre tive que conquistar minhas metas sobre pressão, sempre caindo e levantando. Agora eu posso confessar uma coisa: sou um cara muito vaidoso e isso estava me prejudicando. Isso era o que mais me preocupava. Tive várias conversas com o Roméro Jacaré e ele me deu muitos conselhos. Isso porque toda vez que eu ia lutar com o garoto queria pegar e sair da posição e nisso eu ia tomando vantagem na luta. O Jacaré me chamou para conversar e me disse: “Olha, você tem que jogar nas regras. Você tem que fazer isso. O caminho é esse. Daí eu até tentava escutá-lo, mas minha vaidade falava mais alto. Então essa era a pressão que eu tinha em mim, lidar com a minha vaidade. Até que eu consegui bem lidar com ela. Não foi fácil porque eu sempre entro em uma luta determinado para finalizar, para tentar soltar tudo que treinei, mas há lutas que não tem como você fazer isso. Era isso que o Jacaré estava tentando colocar na minha cabeça. Quando o Fabio Gurgel chegou em Atlanta me falou o mesmo: “Dessa vez vamos jogar nas regras”. Era isso que passava na minha cabeça “será que eu vou conseguir fazer isso e brigar contra a minha vaidade?”

Qual é a sua motivação para continuar competindo?
A minha motivação de continuar competindo é porque tudo que eu tenho é graças o Jiu-Jitsu. É isso que me faz continuar competindo. Eu ainda tenho motivação de sobra para competir, mas também não posso só pensar em competir, até porque temos um esporte maravilhoso que ainda só te dá o prestigio. Por isso, temos que saber administrar para poder colher o que semeamos. Um atleta não vive só de glória das conquistas. Temos contas a serem pagas no final do mês. Temos metas de um dia se aposentar bem. Para isso temos que correr contra o tempo. Eu acho que esse é o meu momento.

Você disse que iria parar, mas que agora vai em busca do penta mundial. Como vem amadurecendo essa idéia e por que acha que está na hora de parar?
Eu sempre procuro colocar metas na minha vida. Então quando comecei a lutar queria me consagrar campeão mundial na faixa-preta. Quando consegui alcançar a minha meta tinha que colocar mais algumas metas, defini então que eu seria tetra na categoria pena. Afinal, foram poucas as pessoas que conseguiram esse feito. Que eu saiba só o Royler, que é uma lenda da arte suave. Coloquei essa meta e hoje estou realizado. Eu até tinha falado em lutar o ano que vem, mas eu acho que ainda é cedo para eu falar em lutar mais um Mundial. Talvez esse tenha sido o último. Vou me dedicar mais dando aula e tentar transmitir um pouco do meu conhecimento e da minha experiência. Eu acho ser um atleta de ponta envolve muita coisa muita dedicação, paciência e reconhecimento. Acho que agora está na hora de dar um tempo e começar a colher um pouco do que eu plantei até agora, tendo mais tempo para dar meus seminários e minhas aulas particulares, que tive que cancelar para me dedicar integralmente aos treinos para o Mundial.

Para fechar, gostaria de dizer algo a mais?
Queria agradecer algumas pessoas que foram muito importantes para mim esse ano. A Dra. Débora Pearson, até porque sem ela talvez eu não teria lutado. Uma semana antes do Pan 2009 eu machuquei as costas e ela veio me tratando. O Teice, meu preparador físico, que tem um treinamento chamado cross fit. Aos alunos que se dobraram para me ajudar nos treinos, ao Romero Jacaré, ao Fábio Gurgel, por ter trazido todo a tropa do Brasil para fortalecer os treinos e manter a união da equipe. Quero agradecer a todos os meus fãs no Jiu-Jitsu, porque eu sei o quanto eles sofrem quando eu vou lutar. Não poderia deixar de falar do mestre Mauro Pacífico, e minha esposa Daniela por me agüentar nas dietas. Ela diz que não é nada fácil (risos).
Fonte GracieMAG

JJ: curso de arbitragem em Curitiba

Mestre Álvaro Mansor é a atração no fim de semana

A Federação de Jiu-Jitsu do Paraná, na figura de seu presidente, Evanri Gurgel, convida alunos e professores a participarem do 1º Curso Oficial de Arbitragem, com regras da CBJJ a ser organizado pela LPJJ com o apoio da FPRJJ.

O curso que terá duração de dois dias (13 e 14 de junho) será ministrado pelo Mestre Álvaro Mansor, diretor técnico da CBJJ, juntamente com o Curso de Primeiros Socorros direcionado ao Jiu-Jitsu com o paramédico Antonio Leite.

Os atletas faixas-pretas que quiserem regularizar o diploma junto à CBJJ podem aproveitar a oportunidade e o preço promocional para fazê-lo.

O valor do ingresso para a participação é de R$ 100 e os interessados podem obter mais informações ligando para (41) 3343-2520 / 9623-4889 ou pelos emails lpjj@lpjj.com.br / leticiatanabe@hotmail.com
Fonte GracieMAG.

terça-feira, junho 09, 2009

Lucas Lepri

Malfacine: "Acabei com a maldição"

Caio Terra comenta os pontos sofridos e o bote no final

"Viu só? Acabei com a maldição", soltou Bruninho Malfacine, sorriso gaiato no canto da boca, após pegar a medalha. Referia-se à escrita no peso-galo, divisão que não conhecia um bicampeão desde que Omar Salum venceu em 1999 e 2000, na década passada, portanto.

A categoria mais leve do Jiu-Jitsu este ano tinha sete competidores, mas... "Vocês no site repararam que era o peso da faixa-preta com menos gente, mas esqueceram de dizer que são quatro campeões mundiais inscritos. Ou seja, cada luta é uma final", reparou Caio Terra.

Mas Bruno e Caio, campeões em 2007 e 2008 respectivamente, estão num ritmo realmente acima dos concorrentes. Malfacine despachou Felipe Costa com um ataque fulminante no braço, em que o derrotado chegou a se espantar com a interrupção do juiz. "Não bati e fui perguntar ao árbitro. Mas os três juízes disseram que me viram bater, então devo ter respondido ao ataque com algum gesto realmente, estava bem esticado e não digo que eu não ia bater. Mas também jamais faria isso de negar se tivesse dado os três tapinhas conscientemente", comentou Felipe, campeão em 2003.

Já Caio Terra foi no pé de Bernardo Pitel, campeão mundial em 2001 e garantiu sua vaga. Na final, Bruno conseguiu um ataque no pescoço. Caio tentou virar a luta com um triângulo arrochadíssimo que ele confiou que ia pegar, mas era tarde.

"Primeiro ele me deu um estrangulamento que não passou do queixo, nós dois rolamos para fora e o juiz voltou assinalando os dois pontos para ele", lamentou o aluno de Cesar Gracie. "No fim o relógio o salvou, que ele ia ficando no meu triângulo, por pouco ele não dorme".

"Nada, eu estava segurando, e eu não ia bater ali nunca. Final de Mundial, né? Mas realmente vou te falar que perdi um pouco o controle da luta ali no final, só que não ia deixar o ouro escapar por nada", resumiu Bruno. Agora bicampeão mundial.

Que venham mais batalhas assim entre os dois.
Fonte GracieMAG

Roger Gracie

Garantido em mais uma final de absoluto, a sétima da carreira, Roger Gracie vai com tudo pelo bicampeonato contra Rômulo Barral. Enquanto saía do tatame, após mais uma vitória por finalização, Roger conversou com a TATAME sobre a expectativa para a final, a finalização que utilizou para vencer todos os seus adversários e a expectativa para o peso.

Você acabou de ganhar agora na semifinal e vai fazer mais uma final de absoluto. Qual a expectativa?
A expectativa é igual sempre. Treinei bastante para esse Mundial para não ter problemas de condicionamento físico. Essa foi umas das vezes em que eu mais me preparei, estou 100%. Agora é só esperar e ver o que vai dar amanhã.

Você está ansioso pelo bi?
Eu não sou um lutador que se preocupa muito com título, mas é sempre bom ser campeão do absoluto.

Você finalizou todo mundo da montada... Essa é a sua posição mais forte?
Eu não treino nada específico de montada, sempre tive a montada forte desde garoto. Não foi coincidência, mas foi a posição que eu consegui chegar em todas as lutas e estrangular... Eu tenho um estrangulamento muito bom da montada, então, quando eu consigo encaixar, dificilmente a pessoa consegue sair.

Se você cruzar com o Bráulio, vocês vão lutar, assim como fizeram em 2007?
Eu sou contra o atleta chegar na final do campeonato e ter que dar pra alguém, acho que isso tira totalmente o mérito da medalha de ouro, independente se é parceiro de equipe ou não. Essa aqui é a nossa olimpíada e não existe em uma olimpíada o atleta chegar na final e dar a medalha para um companheiro de equipe, é inaceitável para mim. Eu sou 100% contra. O Bráulio mora lá na Inglaterra também e é a pessoa que eu mais treino, treinamos juntos pelo menos duas vezes por semana e nós já tínhamos combinado que, se nós cruzássemos na final, iríamos lutar, mas infelizmente ele perdeu pro Vella. Agora é descansar porque um dia de guerra já foi e amanhã a gente finaliza a batalha.
Fonte TATAME

segunda-feira, junho 08, 2009

Sid - Era do Gelo

Uma pérola dos anos 70

Desafio Jiu-Jitsu x Karatê

Fonte GracieMAG

Cobrinha e o tetracampeonato na Califórnia

Com apenas nove anos de carreira no Jiu-Jitsu, Rubens Charles Cobrinha conquistou um feito histórico. No último final de semana, no Mundial de Jiu-Jitsu da Califórnia, o faixa-preta da Alliance colocou pela quarta vez a medalha de ouro no peito, igualando o feito de Royler Gracie. Depois de dominar mais uma vez entre os penas, Cobrinha conversou com a TATAME sobre o seu caminho para o título.

“Eu fiz quatro lutas, e venci duas por finalização. Na final, fiz uma luta dura com o Bruno Frazatto, cheguei na meia guarda... Foi uma disputa movimentada, eles gostam de fazer uma pressão e não deixam chegar na posição... A final foi uma luta maneira”, comentou Cobrinha, que revelou o que ele e Royler conversaram após a conquista de Cobrinha: “ele me chamou ali e falou ‘agora estamos iguais’ (risos)... Graças a Deus consegui meu quarto título mundial, fechando com chave de ouro”, conta o faixa-preta.

Clique aqui e confira uma entrevista exclusiva com o campeão, que ainda falou sobre a difícil guarda usada pelos atletas da equipe Atos, o domínio da Alliance no Mundial e a rivalidade com Rafael Mendes.

Fonte TATAME

Rubens Cobrinha

Com apenas nove anos de carreira no Jiu-Jitsu, Rubens Charles Cobrinha conquistou um feito histórico. No último final de semana, no Mundial de Jiu-Jitsu da Califórnia, o faixa-preta da Alliance colocou pela quarta vez a medalha de ouro no peito, igualando o feito de Royler Gracie. Depois de dominar mais uma vez entre os penas, Cobrinha conversou com a TATAME sobre o seu caminho para o título, revelou o que ele e Royler conversaram após sua conquista, a rivalidade com Rafael Mendes e muito mais.

Fala um pouco sobre a sua trajetória até a final.
Eu fiz quatro lutas, e venci duas por finalização. Na final, fiz uma luta dura com o Bruno Frazatto, cheguei na meia guarda... Foi uma luta movimentada, eles gostam de fazer uma pressão e não deixam chegar na posição... A final foi uma luta maneira.

E acabou rolando o confronto que todo mundo esperava, entre você e o Rafael Mendes, na semifinal. Como fica essa rivalidade entre vocês dois?
É outra coisa. É importante a rivalidade ficar dentro do tatame, e ali fora ficar amigo. A outra teve seis minutos, acho que cometi alguns erros, já tinha ganhado dele duas vezes, mas perdi lá. Faz parte, hoje você ganha, mas amanha você pode perder.

A guarda que ele e o Frazatto fazem é complicada?
É o que eles fazem, o 50-50... Há muito tempo a gente fazia essa posição, mas a gente faz pra raspar. Agora, alguns atletas estão fazendo para segurar a posição por dez minutos, e eu acho que isso só faz o esporte regredir, porque fica chato, o público olhando uma posição por dez minutos.

Além do pena, a Alliance ficou com o ouro no leve, com o Langhi, o Vela no pesadíssimo e fechou o médio com Marcelinho e Serginho... Qual o segredo?
Acho que é a união, todo mundo querendo ajudar o outro. Temos o general Fábio Gurgel e o Romero Jacaré, que sempre faz a equipe se manter unida. Não temos vaidade nos treinos, um ajuda o outro. Acho que isso tem feito a Alliance ter esses resultados maravilhosos que tivemos hoje (ontem).

Depois do título, você foi cumprimentar o Royler. O que ele te falou naquela hora?
Ele me chamou ali e falou "agora estamos iguais" (risos)... Graças a Deus consegui meu quarto título mundial, fechando com chave de ouro.
Fonte TATAME

TATAME TV: Garcia e Moraes falam do ouro

No Mundial 2009, o peso médio não teve apenas um destaque. Com um representante em cada chave, a Alliance fechou com Marcelinho Garcia e Serginho Moraes e, decidindo no par ou ímpar, o ouro ficou para Marcelinho, que se tornou tricampeão mundial. Após receber a medalha, os casca-grossas bateram um papo com a TATAME TV sobre o caminho até a final, a sorte de Marcelinho no par ou ímpar, o caminho de Serginho no MMA e muito mais. Confira abaixo a entrevista exclusiva.

Fonte TATAME