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quinta-feira, junho 18, 2009

ADCC 2009 divulga lista de atletas

A organização do ADCC divulgou, hoje, a primeira lista de atletas convocados para a edição 2009 do maior torneio de Submission do mundo. Com nomes como Xande Ribeiro, Demian Maia, André Galvão, Marcelinho Garcia, Kyra Gracie, Lana Stefanac, Rani Yahya, Hannette Staack, Penny Thomas, o ADCC terá, ainda, a super luta entre Roger Gracie e Robert Drysdale, que promete colocar fogo na arena em Barcelona, na Espanha, nos dias 25, 26 e 27 de setembro. Confira abaixo a lista completa dos lutadores.

Super luta:
Roger Gracie x Robert Drysdale


Masculino:
Até 65,9kg:
- Rani Yahya
- Kouhei Yasumi
- Rafael Mendes
- Nicolas Renier
- Timo-Juhani Hirvikangas
- Ryan Hall
- David Marinakis
- Jayson Patino

Até 76,9kg:
- Marcelo Garcia
- K-taro Nakamura
- Murilo Santana
- Marcelo Azevedo
- Toni Linden
- Don Ortega
- Rodney Ellis
- Enrico Cocco

Até 87,9kg
- Demian Maia
- Kazuhiro Nakamura
- André Galvão
- Kassim Annan
- Trond Saksenvik
- Jason Selva
- Igor Praporshchikov
- Chris Weidman

Até 98,9kg:
- Xande Ribeiro
- Ukiya Nato
- Glover Teixeira
- Radek Turek
- Andreas Olsen
- Rafael Davis
- Anthony Perosh
- Gerardi Rinaldi

Acima de 99kg:
- Fabrício Werdum
- Kouji Kanechika
- Antoine Jaoude
- Tomasz Janiszewski
- Janne-Pekka
- Asa Fullar
- Denis Roberts
- Tom DeBlass

Feminino:
Até 60kg:
- Kyra Gracie
- Sayaka Shioda
- Megumi Fujii
- Michelle Tavares
- Laurence Cousin
- Ina Steffensen
- Hillary Willams

Acima de 60kg:
- Hannette Staack
- Penny Thomas
- Hitomi Hiraiwa
- Rosângela Conceição
- Ida Hansson
- Shanti Abelha
- Lana Stefanac
Fonte TATAME

Mulheres no World Pro Cup 2010

GRACIEMAG #148 traz tudo sobre a edição de estréia do evento

Mais uma boa notícia para as guerreiras do Jiu-Jitsu. A organização do World Pro Cup, evento com premiação em dinheiro cuja edição de estréia é capa da GRACIEMAG # 148 anunciou a inclusão de categorias femininas na edição 2010.

Com isso, estrelas do quilate de Letícia Ribeiro, Bianca Barreto, Luana Alzuguir, Hanette Quadros e Kyra Gracie, entre outras, poderão lutar pelas generosas premiações em dinheiro oferecidas também aos marmanjos.

Na edição de estréia, realizada em maio último, a estrela maior foi Tarsis Humpreys. O faixa-preta da Alliance derrotou Braulio Estima na grande final do absoluto, abocanhando assim o título de maior prestígio.

E não foi só. A equipe da GRACIEMAG estava em Abu Dhabi e traz todos os bastidores de mais esta grande competição do Jiu-Jitsu mundial.
Fonte GracieMAG

Carlson Gracie vive

Carlsinho assume posto de "general" enquanto academia no Rio continua trabalho do grande mestre

Na Pirâmide da CSU de Long Beach, na Califórnia, Carlson Gracie Jr não parava um minuto, no terceiro dia de evento. Conversava com os professores, reunia alunos, e pausa só para um cachorro-quente na cantina do ginásio. Nesse estilo corrido, o professor abordou o GRACIEMAG.com para falar do renascimento da equipe. Faixa-preta de Jiu-Jitsu desde 1993, hoje instrutor principal de duas academias em Chicago e Temecula, Carlsinho queria agradecer a todos os alunos de grande mestre Carlson que se uniram e voltaram a defender com brilho a bandeira com o símbolo do buldogue.

"Não posso deixar de agradecer a todos os professores que ajudaram a reerguer a tradição do Carlson Gracie Team, que graças ao pessoal veio para este Mundial com times A, B, C, D... Somos um time da mesma tradição da Gracie Barra, Humaitá e Alliance, e estamos aí vivos. Agradecemos muito aqui ao Ricardo Cavalcanti, Rey Diogo, Roberto Cyborg Abreu, Demetrius Ramos, Rodrigo Medeiros, Rinaldo Santos, Marcelo Alonso em Seattle, e claro, ao Johnny Ramirez".

Ao seu lado, Cavalcanti interrompeu: "Carlsinho agora é o nosso general! As outras equipes não têm generais? Pois então". Carlsinho minizou o posto, mas seguiu andando no ritmo frenético. Tinha um exército para comandar.

Semanas depois, no Rio de Janeiro, outro sinal de que a equipe segue firme e forte continuando o trabalho do grande mestre, uma das maiores personalidades da história do Jiu-Jitsu e MMA, falecido no dia 1 de fevereiro de 2006. Nessa quarta-feira (17 de junho) a alegria tomou conta da academia de Carlson, na Rua Figueiredo Magalhães, no bairro de Copacabana (RJ). Na sala onde foram lapidados muitos dos maiores campeões vindos da arte suave, Alan Moraes graduou à faixa-preta uma nova promessa da academia, Samir Chantre. Emocionado, Alan comentou como seguiu o trabalho num dos times mais tradicionais do mundo.

“Mesmo com a morte do mestre, jamais pensamos que a academia fosse acabar, mas sentimos um grande vazio porque ele era a ponta da pirâmide. Não sabíamos como continuaríamos a tocar o barco sem ele. No entanto, vimos que ele era forte, mesmo não estando presente, e conseguimos manter a academia. Nosso vínculo com a família continua através da dona Marli e do Carlson Gracie Junior, que hoje é praticamente o líder da equipe. O Junior aparece aqui periodicamente e outros parentes, como mestre Robson, continuam tendo contato”, contou.

O trabalho continua forte e os responsáveis pela equipe buscam revelar novos lutadores.

“Desde o falecimento do Carlson fizemos uma renovação no jiu-jitsu da academia e mantivemos a tradição de buscar novos talentos e, aos poucos, eles vêm surgindo. Acredito que, em alguns anos, estaremos no topo novamente. Nomes como o Samir Chantre, que ficou em terceiro no Mundial, Breno, Vitor Paschoal e Felipe Abad estão se destacando”, disse ele, que explica como está dividida a equipe.

“Aqui na Figueiredo Magalhães temos o Arizinho (Ari Galo), eu e o Marcelo Saporito. Na Lagoa temos uma filial com o professor Raphael Abi-Rihan. A parte de MMA fica com o Ari, que treina lutadores como o Alexandre Baixinho. Buscamos também um espaço para um centro de treinamentos e vamos ver se recuperamos mais à frente o nome do Carlson no MMA também, onde sempre foi forte”, finalizou.
Fonte GracieMAG

Sérgio Moraes treina na ATT para o Bellator

Logo após fechar a categria médio com Marcelinho Garcia no Mundial de Jiu-Jitsu, que aconteceu no início do mês na Califórnia, Sérgio Moraes parou em Miami, onde fará amanhã (19) a sua estreia internacional pelo Bellator. O faixa-preta da Alliance ficou hospedado na casa de Marcelinho e aproveitou para treinar na American Top Team, tudo para manter a invencibilidade em sua quarta luta de MMA.

“O trabalho de MMA já estava sendo feito há algum tempo e eu só dei continuidade, acabou o Mundial, muita gente estava descansando e eu já estava focado em lutar novamente, fazendo preparação e treinando. Sexta-feira vou soltar os bichos de novo. Os treinamentos com o Garcia foram maneiríssimos, tive a oportunidade também de treinar na ATT, foi muito bom”, comentou o faixa-preta.

Serginho sabe que vai encarar uma pedreira, já que o americano Josh Martin, que tem como ponto forte a trocação, venceu cinco das suas seis lutas por nocaute em menos de dois minutos de luta. Nada que tire a concentração e o foco do brasileiro, que está muito confiante em seu Jiu-Jitsu: “eu também não costumo recuar não, gosto de partir para dentro também, não tenho estratégia, isso eu vou ver na hora. Vou sentir a luta e saber como ela vai ser desenvolvida e seja o que Deus quiser. Eu só peço para estar no meu dia e conseguir desenvolver o meu jogo, sei que ele é um adversário perigoso, mas eu vou pra cima, pode deixar”, finalizou o casca-grossa.
Fonte TATAME

quarta-feira, junho 17, 2009

Alliance dá show e fuzila adversário.

Em um dos pontos altos do campeonato mundial, Michael Langhi, venceu Gilbert Burns na final dos pesos leves, algoz de Lucas Lepri pelas quartas de final da categoria, Gilbert após sua vitória teve uma atitude desrespeitosa e fingiu sacar uma espada e cortar seu adversário apontando ainda para a torcida da Alliance e fazendo sinal de silêncio, a vingança de nosso time veio após uma incontestável vitória de Michael por 11 x 2, após o anuncio oficial entrou em cena outro personagem, Sergio Moraes, que fingindo repetir a cena, sacou a espada para cima de Michael que imediatamente fingiu retirar uma metralhadora de dentro do kimono (ver foto) e fuzilou Serginho para delírio da torcida.
Lição: seja humilde, cuidado com quem você tira onda, tudo pode voltar contra você!

Fonte Site do General Fabio Gurgel

Letícia Ribeiro e o tetra mundial

Letícia Ribeiro não poderia estar mais feliz. Além de conquistar o tetracampeonato mundial, dessa vez em uma nova categoria (pluma), a faixa-preta da Gracie Humaitá viu sua equipe faturar pelo terceiro ano consecutivo o título mundial feminino, o que encheu de orgulho a capitã do time. “Fiquei muito feliz com mais um titulo mundial. Não só o meu, mas também da equipe feminina. O nível do campeonato está cada vez melhor e mais disputado... O trabalho foi bem feito e obtivemos o resultado esperado, só não foi perfeito porque a Carol não ganhou dessa vez, mas ela lutou bem. A derrota às vezes faz parte. Na minha opinião só da força para voltar mais forte”, disse Letícia, que creditou o resultado ao treinamento realizado San Diego.

“O treinamento foi profissional. Aqui na América temos condições de manter uma rotina de treino, descanso e uma boa alimentação. Sem falar no alto nivel de treinadores como o Royler Gracie, o Xande e Saulo Ribeiro... Que venha o próximo campeonato!”, finalizou Letícia.
Fonte TATAME

'Ver Roger lutando é um colírio'

Xande analisa o Mundial 2009
Enquanto Alexandre Ribeiro caminhava mancando de leve pelo estádio, Saulo lamentava a lesão. “Para mim isso foi overtraining devido aos treinos de MMA”, suspeitava o irmão mais velho.
Com um estiramento do ligamento medial lateral do joelho, Xande interrompeu os treinamentos e não teve alternativa se não participar do Mundial como observador de luxo. Apostando no bicampeonato de Roger Gracie desde o início, ele falou com o GRACIEMAG logo após o encerramento do 14º Mundial.

Como analisa esse Mundial? Ainda triste por ter presenciada toda essa festa da arquibancada?
Xande Ribeiro: Primeiro que a tristeza acabou, pois ver o Roger lutar é sempre um colírio, ver o Marcelo (Garcia) de volta, o faixa-marrom Zach (Maxwell) chegando muito bem, tudo é empolgante.
No sábado do Mundial, o Rômulo (Barral) tinha me impressionado bastante, o Ricardo Demente me impressionou muito, e o Roger eu já esperava uma exibição como essa, de passar, montar e finalizar todo mundo.
Mas o Jiu-Jitsu continua indo por um caminho que eu critico, com muitas lutas decididas na vantagenzinha, pessoal agarrando mão de manga, guarda meio-a-meio, nego ficando de bunda para cima de modo que o juiz não sabe quem está atacando quem está amarrando. Acho que a regra deve ser repensada um pouco, basta analisar que posições estão tornando o esporte feio e simplesmente acabar com essa posição.
No Jiu-Jitsu certa época não existia leglock, inventaram o leglock. Não exisitia toe-hold, e inventaram. Se inventaram uma posição que realmente está atrapalhando a prática do Jiu-Jitsu, cancelem esta posição, tornem esta posição ilegal.

O que o incomodou mais nas lutas?
Agora tudo é enrolar as pernas, segurar o pé, fazer a pegada mais esquisita possível, 30 milhões de golas e... esperar pelo movimento do adversário. Ou seja, lenga-lenga, amarração e muito lutador olhando pro juiz toda hora, levando a torcida a pressionar. Tudo isso é triste, prejudica o desenvolvimento do esporte.
Para mim, é chato nao ver ninguém atacando um pescoço na guarda, ninguém indo no braço, ou jogando com a mão na gola, enfim, abrindo um pouco o jogo. O que está acontecendo é que ninguém está querendo encontrar a verdade, e a verdade no Jiu-Jitsu está sendo escondida. O Roger é um cara que mostra a verdade, vai ali, mostra o jogo dele e consegue executar. E vários outros atletas caem dentro e mostram do que são feitos. Outros estão muito preocupados com o resultado, que claro, é importante, mas isso não significa esconder a qualidade do Jiu-Jitsu deles. Eu luto Jiu-Jitsu para mim, pelo que me define como lutador. Resultado vem de forma natural.

E sobre o Roger, o que você teria a comentar?
Não é mistério nenhum que o Roger é meu maior adversário na história do Jiu-Jitsu, assim como eu devo ser o dele... Já nos enfrentamos oito vezes! Batemos cabeça bastante, numa história que já vai fazer dez anos. O que é bonito é que nós dois fazemos um Jiu-Jitsu básico, gostamos de finalizar e conseguimos resultados.

Roger na final do super-pesado, contra Ricardo Demente

Eu já esperava essa performance, afinal ele realmente é um cara que está superior a todo mundo, e esperava que ele ficasse sempre por cima e vencesse. Porque como eu estava falando, hoje também ninguém sabe mais se defender, ele monta e ninguém consegue tirar o cara, e já desiste, porque ninguém não tem recurso técnico de defesa. Logo no Jiu-Jitsu, que é um esporte de defesa. Só agarram manga, agarram gola, e param. Quando pegam um cara preciso, que joga pra frente, não resistem e batem, vide a campanha vitoriosa do Marcelinho também. Mas apesar das críticas estão todos de parabéns.

O que se pode fazer então para defender o Jiu-Jitsu bonito e pra frente?
Poderíamos reunir vários campeões do esporte e analisar os vídeos e trabalhar as regras. Vamos ver que as disputas vão seguindo até empacar nas mesmas situações, o que compromete a beleza da luta. Isso se as pessoas quiserem, acharem que vale a pena.
Fonte GracieMAG

terça-feira, junho 16, 2009

Rômulo Barral de olho no ADCC 2009

Barral contra Tarsis Humprheys, na final do Mundial de Jiu-Jitsu 2009
Bicampeão mundial de Jiu-Jitsu, Rômulo Barral está rindo à toa com o título, conquistado no começo do mês na Califórnia, nos Estados Unidos. De volta aos treinos, o casca-grossa está de olho, também, no ADCC 2009. “Não pude participar da seletiva no Brasil porque estou morando aqui nos Estados Unidos. Estou muito feliz com o meu título no Mundial e estou na pilha de ir para o ADCC, quero muito lutar lá. Estou esperando ansioso por um convite da organização”, conta Barral, que conquistou seu primeiro título no Mundial faixa-preta em 2007, ano em que disputou o ADCC e acabou eliminado na semifinal por Flávio Cachorrinho. O ADCC 2009 está programado para os dias 26 e 27 de setembro em Barcelona, na Espanha.
Fonte TATAME

Royler saúda tetra de Cobrinha

'Sempre torço para o JJ ofensivo'

O mais novo tetracampeão no peso pena, Rubens Charles, teve um espectador especial na primeira fila do ginásio piramidal da Universidade da Califórnia.

Royler Gracie, campeão da mesma categoria em 1996/97/98/99, estava à beira da área de luta no 14º Mundial de Jiu-Jitsu, fazendo a festa com a trupe da Gracie Humaitá, convencendo inclusive Rickson a posar para fotografias com a bonita camisa azul-escuro de escudo amarelo, uniforme do time.

Depois de gritar muito para o sobrinho Kron, orientar a (também tetracampeã) Letícia Ribeiro, Royler testemunhou a conquista de Cobrinha, igualando seu feito ao conquistar quatro medalhas de ouro consecutivamente. GRACIEMAG conversou com o mestre sobre o título do astro da Alliance:

Você torceu para o Cobrinha?

Royler: Eu sempre torço para o Jiu-Jitsu ofensivo, bonito e para frente, e ver o Cobrinha sagrando-se tetracampeão foi uma coisa bem legal para o esporte. Ele, o Bruno Frazatto, vice-campeão, e o outro garoto, Rafael Mendes são muito técnicos, estão todos de parabéns, mas o tetra do Cobrinha engrandece o esporte ainda mais. Não sei se ele continuará a lutar para tentar ser penta, ou se os caras vão conseguir tomar seu posto ano que vem, mas este ano gostei do resultado, que demonstra a evolução do esporte. Daqui a dez anos torço para termos outro tetracampeão no pena, e acho que vamos ter.

A final em si não foi uma luta bonita, por ficar muito truncada, mas entendo perfeitamente que ninguém tenha se arriscado. Esses dois numa academia fariam um treino certamente movimentadíssimo, muito melhor de se assistir, mas final de Mundial é outro departamento.

Ganhar feio é mil vezes melhor que perder bonito?

Ah, claro. Daqui a anos o que fica é o título mundial. O que é melhor, ganhar por uma vantagem ou perder naquela vantagenzinha e se arrepender? Melhor a conquista, que fica para sempre na história dos Mundiais. Repare que não estou querendo ser o primeiro a atirar pedra nos garotos, a luta foi um pouco feia para o que eles podiam apresentar, mas isso não quer dizer que não admire muito o Jiu-Jitsu do Cobrinha, ou do Bruno. Que não me entendam mal…

Um duelo de tetracampeões mundiais seria um grande acontecimento para o Jiu-Jitsu, e você jamais perdeu a vontade de competir. Será que os fãs podem cruzar os dedos para ver uma luta assim no ADCC, em setembro?

Olha, eu estava ali em Long Beach roendo a unha para competir, e esse sentimento, a vontade de lutar acho que nunca vou perder. Mas sem patrocínio, para poder parar tudo e treinar, fica difícil. Seria interessante, porque apesar de mais idade e menos força física do que eu tinha há dez anos, hoje sinto que perco muito menos as posições na academia, e não deixo escapar finalizações que antigamente deixava. Mas sem patrocínio fica bem difícil.
Fonte GracieMAG

Mundial CBJJE com atletas de todo o mundo

A Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo (CBJJE) segue com os preparativos para o terceiro Campeonato Mundial da entidade, que terá início no dia 17 de julho, no complexo do Ibirapuera, em São Paulo. Para entrar direto na fase final da competição é preciso estar pré-classificado e uma das possibilidades para isso é chegar entre os quatro primeiros no Sul-Americano, no próximo dia 21, em Cabo Frio (RJ).

Para o Mundial deste ano, a CBJJE promete trazer ainda mais atletas de outros países. “Teremos nesta edição uma quantidade bem maior de lutadores de países europeus, já que teremos um evento na Suíça que está sendo muito divulgado. Além disso, contaremos com a participação em grande número de outras nações da América do Sul, que estamos ajudando na fundação de Federações e no desenvolvimento do jiu-jitsu. Contaremos com equipes do Peru, Uruguai, Equador, Colômbia e Argentina, entre outros. Já os atletas da America do Norte sempre marcaram presença e estão garantidos”, contou o presidente da CBJJE, Moises Muradi.

O prazo de inscrições para o Mundial vai até o dia 25 de junho com desconto e até o dia 8 de julho sem desconto. Já as inscrições para o Sul-Americano, evento que classifica os quatro primeiros colocados ao Mundial, terminam nesta terça-feira (16 de junho), às 17h. Ambos os eventos terão alojamentos para os atletas. Para maiores informações, acesse www.cbjje.com.br.
Fonte TATAME

segunda-feira, junho 15, 2009

Sul-Brasileiro de JJ: última semana de inscrições

Campeonato Centro-Oeste também abre inscrições

Quem pretende participar de mais uma competição de peso no Jiu-Jitsu nacional precisa ficar ligado. As inscrições para o Campeonato Sul-Brasileiro entram na última semana. Os interessados devem fazer os procedimentos no site da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ) até esta sexta-feira, dia 19 de junho. Clique aqui e faça já sua inscrição.

O Sul-Brasileiro será realizado nos dias 27 e 28 de junho, no ginásio Rozendo Vasconcelos Lima, que se localiza no Instituto Estadual de Educação, Hercilio Luz, em Florianópolis.

São disponibilizadas ainda 190 vagas de alojamento gratuito para os atletas. Para mais informações basta ligar para (48) 3251-1862 - falar com Antônio ou Rogério.

Já no início de julho a caravana do Jiu-Jitsu segue para Goiânia. O ginásio de esportes do Colégio Marista receberá no dia 5 o Campeonato Centro-Oeste Brasileiro de Jiu-Jitsu.
Fonte GracieMAG

Romero Jacaré em bate papo

Professor da Alliance avalia o desempenho da equipe no Mundial
Romero Jacaré acompanhou de perto a atuação de seus pupilos da Alliance no Mundial deste ano em Long Beach e não quis ficar de fora no trabalho de repercussão feito por GRACIEMAG com atletas e professores. O professor aproveitou e comentou a vitória por equipes conquistada, o tetra de Cobrinha, a derrota de Lepri e ainda falou da luta para vencer uma de suas mais árduas lutas de sua vida. Confira.

O que achou do desempenho da Alliance neste Mundial?
O nível técnico dos nossos atletas é excepcional, temos a melhor equipe do mundo. Fizemos um camp aqui em Atlanta antes do Mundial e pude constatar de que o trabalho que temos desenvolvido ao longo dos anos já está começando a dar resultados. O segredo é amor, dedicação e trabalho. Acho que ninguém ama mais os nossos atletas do que nós. Me dedico 100% a eles, dando o melhor de mim como professor e tentando sempre fazê-los entender o sentido de equipe. A nossa história, de onde viemos, aonde queremos chegar, desde o Rolls até os dias de hoje. São 25 anos de tradição, participamos de todos os Mundiais, sempre subindo nos pódios. Já ganhamos quatro vezes e temos equipe e organização pra ganhar muitos outros. Procuraremos melhorar ainda mais. E aos que nos abandonaram fica a lição: sem comando, sem hierarquia e sem respeito não se chega a lugar nenhum.

Cobrinha vem em ótima fase. Conquistou o tetra na pena e se igualou no feito de Royler. Como foi o trabalho com ele em Atlanta?
Falar do Cobrinha é sempre prazeroso. É um atleta completo e tê-lo aqui em Atlanta é como se eu tivesse ganhado um presente. Ele é uma pessoa humilde, de caráter e responsável. Temos uma relação muito boa, de pai para filho. Ao ir a Abu Dhabi lutar foi com toda confiança de lutar pra frente, de dar show, mas como está ganhando tudo há alguns anos outros atletas e professores estão tentando estratégias para tentar pará-lo, para não deixar a luta andar, com posições que eu nem me preocupo em saber ou ensinar. No dia em que eu ensinar aos meus alunos a parar luta e tentar ganhar com isso é melhor me aposentar. Jiu-Jitsu é pra frente, sempre em busca da finalização. Mas como a Federação está permitindo, então vamos jogar nas regras. Foi o que eu falei pra ele. Ele é muito vaidoso, e quer sempre dar show, mas felizmente ele me escutou, traçamos a estratégia certa, com muito treino específico e a vit'oria aconteceu naturalmente. Ele é sem dúvida o melhor da década nesse peso, com quatro títulos seguidos. Outros competidores evoluíram, mas ainda têm que melhorar muito pra ganhar dele. Tenho certeza de que a Federação analisará o que aconteceu no Mundial e evoluirá nas regras, priorizando a movimentação e não a amarração.

Langhi é outro faixa-preta que vem num ritmo forte de competição, o que achou da conquista do primeiro título Mundial dele na faixa preta?
O Michael é um atleta espetacular. Muito dedicado, com uma cabeça ótima, treina muito e é sempre preocupado em evoluir nos fundamentos, tem uma guarda excepcional e o Fábio [Gurgel] está melhorando muito o seu jogo por cima, as finalizações, lapidando o seu jogo pra ser um atleta completo. Ele ainda vai evoluir muito e nos dará muitas alegrias. Este ano lutou tudo e ganhou tudo, Brasileiro, Pan, Europeu e o Mundial, precisa falar mais?

E o revés sofrido pelo Lucas Lepri?
A derrota do Lucas foi uma coisa inesperada. Ele teve todas as chances de ganhar do [Gilbert] Durinho, é muito mais completo, mas cometeu erros durante a luta em momentos cruciais. Ele sabe o que errou, é muito consciente e não cometerá o mesmo erro de novo. São coisas que acontecem na vida de um atleta e o nosso trabalho é corrigir e melhorar. Temos um relacionamento muito bom atleta/professor e confiança total um no outro.

Por falar nesta relação amistosa com os atletas, eles sempre se demonstram muito preocupado com a sua saúde. Como está sua saúde? Pode falar?
Ao voltar do Brasil em janeiro comecei a me sentir muito mal, fui internado mas não descobriram nada. Voltei ao hospital e ai fiquei internado por um mês. Após muitos testes e exames foi detectada uma doença genética renal. Fiquei muito mal, mas com a ajuda de Deus estou melhor, tratando com um especialista e com fé em Deus ficarei curado. Foram momentos muitos difíceis e ainda estão sendo. Minha família e os alunos estão me dando muito apoio. É a minha luta mais difícil, mas vou vencer. Estou tratando, tomando a medicação prescrita por eles. É complicado após levar uma vida inteira saudável, treinando todo dia, mas Deus sabe o que faz. Aceito com humildade essa provação. Está nas mãos Dele. Rezo pra poder continuar minha missão aqui na Terra e enquanto aqui estiver darei o máximo de mim pra ajudar os outros, educar a minha filha e melhorar a vida dos que batem à minha porta.
Fonte GracieMAG

domingo, junho 14, 2009

Bianca Barreto e a vitória da velha guarda

No Mundial 2009, o peso pena teve nome e sobrenome. Com um lindo arm-lock da guarda, Bianca Barreto levou para casa a sua quinta medalha de ouro em Mundiais. “Eu lutei oito ou nove Mundiais e esse é o meu quinto título. As garotas estão vindo cada vez mais e nós, que somos da velha guarda, vamos nos aguentando de um lado e de outro, mas, como no Jiu-Jitsu prevalece a técnica, se você botar isso na cabeça, dá tudo certo”, disse a casca-grossa.
Fonte TATAME

Hannette Quadros e o hepta na Califórnia

Casca-grossa da pesada, Hannette Quadros, acostumada a brilhar no peso e absoluto do ADCC e nos Mundiais de Jiu-Jitsu, ditou o ritmo novamente. Impecável, a faixa-preta se tornou heptacampeã ao superar Mônica Vanessa por 2x0. “Esse campeonato para mim foi o maior desafio, porque, apesar de eu ter tido só duas lutas, eu vinhas sem competir desde o Mundial do ano passado, e, no Pan-Americano, eu preferi ficar de fora, porque estava me recuperando de uma lesão. Mas, graças a Deus, tudo deu certo e conquistei esse título”, comemora Hannette.
Fonte TATAME

Kyra Gracie

Tricampeã mundial, Kyra Gracie experimentou uma sensação diferente em 2009. Batendo na trave no peso e no absoluto, a casca-grossa deixou a Califórnia com duas medalhas de prata na bagagem. Em conversa com a TATAME, Kyra falou sobre seu percurso no Mundial e garante: “acho que eu lutei muito bem”. Na entrevista exclusiva, que você confere abaixo, a faixa-preta falou sobre a rivalidade com Luana Alzuguir, a derrota para Lana Stefanac e prometeu ir atrás do tricampeonato no ADCC, em setembro.

Você ficou em segundo no peso e no absoluto. Qual a avaliação que você faz da sua participação no Mundial?
Acho que eu lutei muito bem. Ontem (sábado) o meu dia foi perfeito, tive várias lutas muito duras. Minha semifinal foi com a Penny, que é muito mais pesada, e fico feliz por ser peso leve e chegar à final do absoluto. Tive uma luta boa com a Lana, acho que o que pesou mesmo foi que senti o meu corpo devido às lutas de ontem (sábado).

E a luta contra a Luana, ela tinha dito que existia uma rivalidade entre vocês... Como foi essa luta?
Não é só ela que me quer, todo mundo quer me ganhar, né? Eu já ganhei dela duas vezes e agora ela me ganhou. É bom ver esse pessoal novo chegando, e ainda vão ter muitas lutas nossas... É esperar para ver.

Isso te estimula mais a treinar e competir com mais afinco?
Com certeza, eu me sinto estimulada a competir ganhando ou perdendo. Estou sempre competindo e gosto de estar aqui, vou estar sempre lutando os próximos campeonatos.

Fale um pouco da luta do absoluto, onde você pegou uma gigante.
Eu sabia que ia ser dureza, mas não esperava que ela fosse tão forte. Ela me tirava do chão e eu voava, tirou meu quimono no meio da luta, mas eu fico feliz com minha participação porque, ali, eu pude provar o meu Jiu-Jitsu. No final ainda cai por cima, foi bom.

E agora, vai disputar o ADCC?
Tem o Abu Dhabi e eu tenho que me recuperar de uma lesão nas costas. Fiquei fora do Brasileiro porque estava um pouco machucada, e quis me poupar um pouco e voltar aos treinos para disputar o ADCC, em setembro.

Quem você acha que vai te incomodar na sua busca pelo tri?
No Brasil tem a Michelle Nicollini, daqui dos Estados Unidos tem uma menina que já foi até campeã, só que ela é faixa-roxa. Ainda não saiu a lista completa. Esse ano são só duas categorias e eu vou lutar peso e absoluto.
Fonte TATAME

TATAME TV: Carlão Santos e o JJ em Abu Dhabi

Fonte TATAME

Langhi e o ano perfeito na faixa-preta

Com apenas dois anos na faixa-preta, o peso leve Michael Langhi já chegou incomodando. Com títulos no Europeu, Pan-Americano e Brasileiro de Jiu-Jitsu, o atleta da Alliance chegou ao Mundial de Jiu-Jitsu com pompa de favorito, e mostrou que não era à toa. “Estou muito feliz, sempre foi um sonho. Esse é o meu segundo ano de faixa-preta e conquistei o Europeu, Pan-Americano, o Brasileiro, agora o Mundial... Acho que, entre os finalistas, eu sou o único que lutou em todos os eventos e que se deu bem, então estou muito feliz”, comemora o faixa-preta, relembrando o caminho que fez rumo ao título.

“Ontem (sábado) eu fiz duas lutas onde eu consegui finalizar rapidamente, e hoje (domingo) eu fiz três lutas. Lutei nas quartas com o (Augusto) Tanquinho, um atleta que enfrento pela terceira vez. Ele veio muito bem preparado, acho que tinha estudado o meu jogo... Acho que foi a luta mais dura da competição”, comenta Langhi, que não teve moleza a partir da semifinal. “A semifinal fiz com o Furão (Philipe Della Mônica), que eu tinha lutado o ano passado, e fiz a final contra o Durinho, que eu já havia ganhado quatro vezes anteriormente. São atletas que vêm lutando há bastante tempo, se conhecem e às vezes é difícil a gente se expor, porque todo mundo conhece o jogo do outro”.

Faturando o ouro entre os leves, Langhi ajudou, ainda, a Alliance a levar para casa o quarto troféu de campeã por equipes. “O fator determinante para isso, além da união da equipe, é a liderança do Fábio Gurgel no Brasil e do Jacaré nos Estados Unidos. Tem muitas equipes que eram para estar entre as melhores do mundo, mas acho que tem muito cacique para pouco índio, e na Alliance não tem isso. O que eles falam está falado, a liderança é o que faz a gente estar crescendo. Claro que temos muito a melhorar, mas estamos no caminho”, finalizou o campeão.

Fonte TATAME

sexta-feira, junho 12, 2009

Alliance Jiu Jitsu Side control


Guard pass with four submissions

From GM #146: Lucas Lepri shows a guard pass with lots of submission alternatives

Lucas Lepri is giddy with joy. The Alliance rep had a good run in the Pan and closed out the lightweight category with teammate Michael Langhi: “We made the decision together.” Afterwards, he went on to Long Island, New York, and won the traditional Pride BJJ tourney, of GMA’s Eloy Santos and Milton Regis. Now his sights are on the Worlds, in June. Before then, he’ll have fought at the NY Open, in April. Already in the Big Apple, Lepri commented on his good showing in California: “We really did have a perfect championship, without too many mistakes and we managed to close the category out, so it was pure joy. I’m really happy to have another highlyregarded title, like the Pan. It was the title my career was missing.” It was in this mood the champion posed for the GMA and showed this guard-pass with no less than four fnishing possibilities.
Lucas Lepri seja leviano com alegria. A Aliança rep tinha um bom correr no Pan e fechou a categoria leve com Michael Langhi equipa: "Fizemos a decisão em conjunto." Depois, ele foi para Long Island, Nova Iorque, e ganhou o tradicional Pride BJJ tourney, de GMA's Eloy Santos e Milton Regis. Agora são suas vistas sobre o Universo, em junho. Até então, ele tem lutado em NY Open, em Abril. Já na Big Apple, Lepri comentou sobre a sua boa exibição na Califórnia: "Nós realmente não tem um campeonato perfeito, sem muitos erros, e nós conseguimos fechar a categoria que, por isso era pura alegria. Estou realmente feliz de ter outra highlyregarded título, como o Pan. Foi o título de minha carreira estava faltando. "Foi neste humor o campeão colocados para o GMA e mostrou esta guarda-pass com nada menos que quatro fnishing possibilidades.

1. In his adversary’s guard, Lepri uses his right hand to grab at the collar and left hand to grab the right sleeve.

1. Em seu adversário da guarda, Lepri utiliza a mão direita para pegar a coleira e mão esquerda para pegar a manga direita.

2. Then, he lays his opponent down with his back to the ground and stretches out his right arm. In the close-up, you can see how he brings his left knee right near his adversary’s hip. And in the reverse-angle close-up, you can see his right knee on the ground and right elbow angled outwards, increasing the pressure on his adversary.

2. Em seguida, ele estabeleceu o seu adversário para baixo com as costas para o chão e estende o seu braço direito. No close-up, você pode ver como ele traz o seu lado esquerdo do joelho direito seu próximo adversário do quadril. E no verso angular close-up, você pode ver o seu joelho direito no chão e cotovelo direito angulado para fora, aumentando a pressão sobre o adversário.

3. Still in half-guard, but with all his weight over his adversary, Lepri attacks the lapel for a choke.

3. Ainda na meia-guarda, mas com todo o seu peso sobre o seu adversário, Lepri ataques à lapela de um estrangulamento.

4. Should the opponent defend, the second option is to try for an americana on the opponent’s right arm.

4. Caso o adversário defender, a segunda opção é tentar de uma americana sobre o braço direito do adversário.

5, 6, 7. Should he defend that, Lepri attacks the arm and goes for an armbar. Notice how Lepri’s right leg remains trapped in the half-guard.

5, 6, 7. Se ele defender que, Lepri ataques do braço e vai para um armbar. Observe como Lepri da perna direita permanece preso na meia-guarda.

8,9. To defend the arm, the adversary may push Lucas’s left leg and get on top. In this case, the black belt grabs his opponent’s lapel with his left hand and the right pant leg with his right hand and chokes him out from behind.

8,9. Para defender o braço, o adversário empurre maio Lucas da perna esquerda e chegar no topo. Neste caso, o faixa preta agarra seu adversário da lapela com a sua mão esquerda e à direita pant perna com a sua mão direita e engasga-lo por trás.

Fonte GMA

Alliance dominates the Worlds

Fabio Gurgel is already back in Sao Paulo after a long journey to win the 2009 World Championship, in Long Beach. “I just stepped in at home, thank God,” said the black belt leader of Alliance to GRACIEMAG.com.

Alliance conquered its second team title in a row beating its own scoring record (last year it tallied 117 and in 2009 121), Cobrinha was crowned four-time featherweight champion, Langhi captured his first, Bruno Malfacine “put an end to the featherweight curse,” Marcelo Garcia did well in his return to gi competition closing out with Sergio Moraes… The results couldn’t have been much better.

In the opinion of Gurgel, however, they could have. In the following interview GRACIEMAG.com readers will see how the general didn’t hide his sadness for Lucas Lepri’s loss to Gilbert Durinho and Tarsis Humphrey’s defeat at the hands of Romulo Barral.

GRACIEMAG.com: What’s your assessment of Alliance’s performance this Worlds?
Fabio Gurgel: Hard to say. We had a close to perfect championship. I think not everyone’s going to win all the time and we didn’t expect that. But I think we went in with a strong team with a great chance of winning again. We trained a lot for it. We’ve been training and doing physical conditioning work since last Worlds, because making it is one thing, maintaining it is another. I had to build the athletes’ consciousness, make everyone train a lot and keep up a good competition rhythm. To answer your question, I think our disappointment had to do with Lucan Lepri, who was a firm favorite to win, and ended up losing a match we didn’t expect him to. But everyone else lived up to expectations. It was a nearly perfect championship.

GM: How does the team feel having conquered its second?
FG: Marvelous. It’s recognition of the arduous work everyone’s been doing, the team’s dedication, the organization, folks believing more and more in the work we’re doing, everyone participating. I think Alliance is a model of good organization. Of course there’s no formula. Truth is we have a formula that works for us but might not for other teams. We broke our own record, managed to keep in ahead with a good lead in points.

GM: Last year Alliance scored 117 points and second place scored 66. This year you went up to 121 and Gracie Barra scored 88. What are your thoughts on those results?
FG: I think Alliance and Gracie Barra are the most organized academies doing the most global work, that’s why they end up standing out more than the others. Since the beginning we’ve known it would be a tight dispute.

GM: What is responsible for the increase in points?
FG: 117 to 121 is real close. But we did our job just like last year, the difference being that in 2008 we went in with the motivation of conquering the title we hadn’t won in 10 years, and this year we came in as favorites. Alliance is the only team to make it to the winners’ stand in all the main championships. I like to joke that we’re used to playing away from home, because we don’t have championships where we have our main gyms. There aren’t any in Sao Paulo, nor in Atlanta. So we travel to Rio to compete at the Brazilian Nationals, we travel to Europe, the USA. We’re always traveling, but we manage to get on the winners’ stand at all of them.

GM: Is any athlete particularly happy about their performance?
FG: It’s hard to speak for the athlete, but I think they all did well. But two people didn’t yet have the title and deserved to, and they were Michael Langhi and Bruno Malfacine. I think Michael, to tell you the truth, is now Jiu-Jitsu’s athlete of the year. He fought in everything in gi competition this year and won all the main titles. Another is Tarsis Humphreys, who had a match with Romulo Barral that I feel he won, from the zero to zero score there’s no way you can call Barral the champion, so it was a bit hard to swallow that silver medal. But as I said: you can’t win them all. To illustrate how things are. Vella beat Braulio in the same position Tarsis was in with Barral and the judges gave the match to Vella in one and Barral in the other. But those things happen when you have a zero-zero score, we can’t complain.

GM: You recently told GRACIEMAG.com you would like to see Marcelo Garcia training in the gi instead of MMA. What do you make of his return?
FG: Marcelo has always been a reference within Alliance. He’s been with the team since the split-up; he carried the “boat” on his own till now. He joined the team already at top level, already strong and everyone had the joy of seeing him fight. I always took the stance that he should not have left, but that was his personal decision. And now he’s back and really motivated, happy to return to competition. We want him to feel at home. I think he had a marvelous championship and Sergio Moraes did too. We have a great middleweight duo that’s going to make a lot of noise for some time.

GM: What are the next steps for the team?
FG: We're going to take off the gi for a while, as we have ADCC coming up in three months, so we'll put some emphasis on the ADCC and then the Brazilian Team championship and keep up the work. Our plan is to get better and better, stronger and stronger and more organized.

Fabio Gurgel já está de volta em São Paulo após uma longa jornada para ganhar o Campeonato Mundial 2009, em Long Beach. "Eu apenas intensificado em casa, graças a Deus", disse o líder da Aliança cinturão negro para GRACIEMAG.com.

Equipe Alliance conquistou o seu segundo título em uma fila batendo a sua própria pontuação recorde (117 registradas no ano passado, e em 2009 121), Cobrinha foi coroado de tempo de quatro pluma campeão, Langhi capturou o seu primeiro, Bruno Malfacine "colocar um fim à maldição pluma ", Marcelo Garcia fez bem em seu retorno à competição gi fechando com Sérgio Moraes ... O resultado não poderia ter sido muito melhor.

Na opinião de Gurgel, no entanto, eles poderiam ter. Na entrevista a seguir GRACIEMAG.com leitores irão ver como o general não escondeu a sua tristeza por Lucas Lepri da perda de Gilbert Durinho e Tarsis Humphrey da derrota nas mãos de Romulo Barral.

GRACIEMAG.com: Qual a sua avaliação do desempenho da Aliança neste Universo?
Fabio Gurgel: Difícil dizer. Tivemos perto de um campeonato perfeito. Acho que nem toda a gente vai para ganhar o tempo todo e nós não esperava por isso. Mas eu acho que nós fomos com uma equipe forte com uma grande chance de ganhar novamente. Temos treinado muito para isso. Fomos fazendo treinamento e condicionamento físico trabalhar desde a última Universo, tornando-o porque é uma coisa, mantê-lo é outra. Eu tive que construir os atletas «consciência, fazer com que todos treinar muito e manter um bom ritmo concorrência. Para responder à sua pergunta, eu acho que tinha que fazer o nosso desapontamento com Lucan Lepri, que era uma empresa favorito para ganhar, e acabou perdendo um jogo que não esperava que ele. Mas todo mundo viveu até expectativas. Foi um campeonato quase perfeito.

GM: Como é que a equipe sinta ter conquistado a sua segunda?
FG: Maravilhoso. É o reconhecimento do trabalho árduo de todos vindo a fazer, a dedicação da equipe, a organização, a gente acreditar mais e mais no trabalho que estamos fazendo, todos os participantes. Penso Aliança é um modelo de boa organização. Evidentemente, não existe fórmula. A verdade é que temos uma fórmula que funciona para nós, mas talvez não para as outras equipas. Nós quebramos o nosso próprio recorde, conseguiu manter-se em frente com uma boa pista em pontos.

GM: No ano passado Aliança marcou 117 pontos e em segundo lugar pontuou 66. Este ano que passou para 121 e Gracie Barra pontuou 88. Quais são as suas reflexões sobre os resultados?
FG: Eu acho Alliance e Gracie Barra são os mais organizados academias fazendo o trabalho mais global, por isso é que eles acabam ressaltando mais do que os outros. Desde o início que temos conhecido, seria uma disputa apertada.

GM: O que é responsável pelo aumento dos pontos?
FG: 117-121 está muito perto. Mas fizemos o nosso trabalho, tal como no ano passado, a diferença é que em 2008 nós fomos com a motivação de conquistar o título que não tinha ganho em 10 anos, e este ano nós entramos como favoritos. Aliança é a única equipe a fazer isso para os vencedores do concurso «stand em todos os principais campeonatos. Gosto de brincar que está acostumado a jogar fora de casa, porque não temos campeonatos onde temos os nossos principais ginásios. Não há, em São Paulo, nem em Atlanta. Então estamos de viagem para o Rio para competir no brasileiro Nacionais, estamos de viagem para a Europa, o E.U.A.. Estamos sempre viajando, mas que conseguimos obter sobre os vencedores do concurso «stand em todos eles.

GM: Existe algum atleta particularmente feliz com seu desempenho?
FG: É difícil falar para o atleta, mas penso que todos eles fizeram bem. Mas duas pessoas ainda não têm o título e que merecia, e eles foram Michael Langhi e Bruno Malfacine. Acho que Michael, para dizer a verdade, agora é Jiu-Jitsu do atleta do ano. Ele lutou em tudo na gi competição deste ano e ganhou todos os principais títulos. Outra é Tarsis Humphreys, que tinha um jogo com Romulo Barral que eu sinto que ele ganhou, a partir do zero a zero pontuação não há nenhuma maneira que você pode chamar Barral o campeão, então foi um pouco difícil de engolir que a medalha de prata. Mas como eu disse: você não pode vencer todos eles. Para ilustrar como as coisas são. Braulio Vella bater na mesma posição Tarsis foi com Barral e os juízes deram a partida para Vella e Barral em um no outro. Mas essas coisas acontecem quando você tem uma pontuação zero-zero, não podemos reclamar.

GM: Você disse recentemente GRACIEMAG.com que você gostaria de ver Marcelo Garcia formação no gi vez de MMA. O que você faz do seu regresso?
FG: Marcelo tem sido sempre uma referência na Aliança. Ele esteve com a equipe desde o split-up, ele carregou o "barco" por sua própria até agora. Ingressou na equipe, já em nível superior, já forte e todos tiveram a alegria de vê-lo lutar. Eu sempre teve a postura que ele não deveria ter saído, mas que foi a sua decisão pessoal. E agora ele está de volta e muito motivado, feliz por regressar à competição. Queremos que ele se sinta em casa. Acho que ele tinha um campeonato maravilhoso e Sergio Moraes fez também. Nós temos um grande meio duo que vai fazer muito barulho durante algum tempo.

GM: Quais são os próximos passos para a equipe?
FG: Nós estamos indo para tirar a gi por um tempo, como temos ADCC chega em três meses, por isso vamos colocar alguns ênfase no ADCC e, em seguida, a equipe brasileira campeonato e acompanhar os trabalhos. Nosso plano é fazer mais e melhor, mais forte e mais forte e mais organizado.

Fonte GMA