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sexta-feira, julho 10, 2009

CBJJ lança Brasileiro sem quimono

Se o primeiro semestre foi recheado de competições de pano, o segundo semestre promete ser de muito Submission com o ADCC, que acontece em setembro, em Barcelona, e com as competições No Gi realizadas pela CBJJ. Após criaram o Mundial No Gi em 2007 e o Pan-Americano No Gi 2008, a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu divulgou essa semana a criação do Brasileiro de Jiu-Jitsu sem quimono. O evento está programado para ter a sua primeira edição no dia 31 de outubro no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro.

Mas para aqueles que preferem o quimono, o segundo semestre ainda contará com muitas competições da arte-suave. Dos dias 23 à 26 de julho, acontece no ginásio do Tijuca Tênis Clube, o Rio Open e o Internacional de Master e Sênior. Nos dias 29 e 30 de agosto, a primeira edição do Sudeste Brasileiro de Jiu-Jitsu invade São Paulo e, no dia 12 de setembro, o Brasileiro por equipes promete agitar mais uma vez o ginásio do Tijuca Tênis Clube. Mais informações sobre esses e outros eventos podem ser obtidos no site oficial da Confederação, www.cbjj.com.br.
Fonte TATAME

Especial Mundial de Jiu-Jitsu 2009

Vale a pena assistir!

Fonte GloboVídeos

quinta-feira, julho 09, 2009

Rio International Open e Master e Senior!

O campeonato acontecerá no Rio de Janeiro, junto com o Campeonato Internacional de Master e Senior, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, nos dias 23, 24, 25 e 26 de Julho e será aberto a todas as academias.

Também ocorrerá o Rio Open novice, destinado aos atletas da faixa branca.

Os atletas residentes no Brasil devem apresentar a carteira da CBJJ válida para o ano de 2009

Tijuca Tênis Clube: Rua Conde de Bonfim, 451 - Tijuca.

Corram, pois as inscrições se encerram no dia 10/07.
Para os que já são filiados tem a opção da inscrição on line, caso contrário tragam para a academia que faremos até o dia 10/07 as 14:00
Fonte Site do General Fabio Gurgel

Sensei Sportv

Para os alunos que não assitiram ao programa com o Fabio Gurgel no Sensei Sportv seguem os horários das reprises e o link.
Segunda - 00:30 - Sportv 2
Terça 4:00 - Sportv
Quarta - 22:30 - Sportv 2
Sexta - 00:00 - Sportv 2
http://bit.ly/wGrBA
Fonte Site do General Fabio Gurgel

Muradi empolgado para o Mundial de CBJE

Faixa-preta de 5º grau de Jiu-Jitsu, Moisés Muradi está a três anos no comando da CBJJE e, pela terceiro ano, organiza o Mundial de Jiu-Jitsu em São Paulo. Em conversa com a TATAME, Moisés falou sobre a expectativa e os preparativos para o Mundial, que começa no dia 17 de julho, fez um balanço de sua gestão e projetou o futuro da confederação. Confira abaixo a entrevista completa com o presidente da CBJJE.

Qual a expectativa para esse terceira edição do Mundial da CBJJE?
Vai ser o evento com o nível técnico mais alto dos últimos tempos, porque nesse Mundial vamos ter pelo menos dezesseis federações, que estão fazendo um grande trabalho nos campeonatos estaduais e trazendo os melhores atletas para a disputa. Santa Catarina está trazendo três ônibus com os atletas selecionados nos Estaduais e assim está acontecendo com várias federações, isso somado aos estrangeiros que virão em peso. Acredito que o nível técnico vai superar o das edições anteriores.

Como foi a evolução do número de inscritos do ano passado para esse ano?
As inscrições ainda estão abertas. Ano passado tivemos 3000 inscritos e nós ainda temos uma semana de inscrição, e como o pessoal deixa para se inscrever na última semana, acreditamos que devemos ter um número de inscritos semelhante ao do ano passado.

Vai haver premiação? Como vai ser, já que o evento é cadastrado no Bolsa Atleta?
Esse nosso evento é cadastrado oficial para o Bolsa Atleta, então os melhores atletas do Mundial devem solicitar para o ano que vem o Bolsa Atleta e, como esse evento é oficial, nós não podemos fazer uma premiação em dinheiro, devido ao regulamento. É um evento sem premiação em dinheiro, porém os atletas podem requisitar o Bolsa Atleta no Ministério do Esporte.

Fale um pouco dos países que vão participar do Mundial. Quais são os grandes nomes que já estão confirmados?
Nós já temos um grupo de atletas franceses, alemães, uns da equipe do Barbosa que já estão aqui em São Paulo, assim como um grupo de europeus. Todos já estão aqui se preparando para o Mundial. Temos atletas dos Estados Unidos e Canadá, que também já confirmaram. Temos novidades também da academia do Rolles, o faixa-roxa Fred Gracie, que já confirmou presença, Mário Reis já anunciou que vai lutar e essa semana aqui estamos recebendo telefonemas de atletas que estão nos Estados Unidos, que estão ligando, se informando e pretendendo vir para cá para disputar o Mundial.

Durante esses três anos a frente da CBJJE, gostaria que você fizesse um balanço da evolução em termos organizacionais e técnicos.
Graças a Deus, nos três anos que estou a frente da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo, foi muito importante para a modalidade, porque quando nós inauguramos a Confederação o Jiu-Jitsu era muito pequeno em um âmbito nacional. Nós tínhamos as academias vazias e sem perspectiva de crescimento no Brasil. Com a levada dos grandes eventos para os Estados Unidos, o Jiu-Jitsu desportivo no Brasil estava em declínio. Em três anos já conseguimos trazer para nós, quatro, cinco federações que já existiam e fundamos mais onze federações em todo Brasil, como no Amazonas, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiânia, Brasília, são federações que estão dando contado recado e aumentam muito o número de praticantes no Brasil, o que é ótimo para gente. O que no começo era uma incógnita para nós, hoje em dia já é um marco.

O que podemos esperar daqui pra frente em relação a sua Federação. Quais são os seus planos para um futuro próximo?
Com esse equilíbrio e essa reconquista do Jiu-Jitsu em âmbito nacional, com praticamente todos os Estados com suas confederações e fazendo um trabalho sério, já começamos um trabalho muito bom na America Latina, America Central, já realizamos evento na Argentina e estamos fechando um evento no Peru, Equador. Estão sendo fundadas federações nesses países vizinhos como Argentina, México, também nos Estados Unidos, Itália, Portugal, Suíça, então com o nosso trabalho já consolidado, estamos fazendo um trabalho mais internacional. Esse ano, pela primeira vez, vamos fazer o Europeu em setembro, na Suíça, e o Asiático, que vai ser no Japão, em novembro.
Fonte TATAME

Marcelinho ministra seminários na Califórnia


No começo de junho, Marcelinho Garcia voltou ao Mundial de Jiu-Jitsu de maneira triunfal. Depois de anos sem competir, o faixa-preta da Alliance foi à Califórnia e conquistou o tricampeonato, fechando o peso médio com Sérgio Moraes. Agora, é a vez de Marcelinho voltar à Califa para dois dias intensos de seminário. Nos dias 18 de 19 de julho, o faixa-preta ministrará os seminários com e sem quimono, respectivamente. Para maiores informações e inscrição, acesse o site www.strongvon.com/marcelogarcia.

Rickson: “Roger mostra a eficiência do JJ”

Com oito títulos mundiais, Roger Gracie se tornou o maior campeão da história do Jiu-Jitsu. Numa atuação avassaladora, finalizando todos os adversários que passaram pela sua frente da mesma maneira, o faixa-preta impressionou até a velha guarda da sua família. Rickson e Royler que o digam. “Impecável, ele está mostrando o valor da eficiência do Jiu-Jitsu”, elogia Rickson, fazendo coro com o tetracampeão Royler. “O Roger é está bem acima da média”.

Em tempos em que surgem novas posições a cada campeonato, Roger usou uma das posições mais antigas da arte e, mesmo assim, foi indefensável. “Pois as pessoas não conseguem amarrar a luta com ele, devido a sua pujança física que quebra esse impedimento, e muitas quando chegam a uma posição básica, os caras não tem a preparação para a defesa e aí perde todo mundo... Meus parabéns ao Roger, que está fazendo uma demonstração de como o Jiu-Jitsu pode funcionar”, analisou Rickson, vendo com felicidade o fato de Roger colocar o nome Gracie de volta no topo. “É sempre bom ter um representante da família e mantendo o fogo da competição da família sempre aceso”.

Elogiando a atuação do bicampeão absoluto e hexa no peso, Royler acredita que a ausência de Xande Ribeiro do Mundial, devido a uma lesão, facilitou ainda mais o trabalho do casca-grossa da família. “Acho que o único cara que tem condições de chegar nele é o Xande e já mostrou isso atualmente... Sem o Xande no contexto ficou mais fácil pro Roger, que foi soberano, está muito bem. É indiscutível, a vitória dele foi impecável”, decreta.

UM MUNDIAL MAIS “FEIO”

Se a atuação de Roger encheu os olhos da velha guarda da família, o torneio acabou deixando a desejar. “O campeonato como sempre mostra um pessoal de alto nível, a nata do Jiu-Jitsu, mas as regras e sua evolução fizeram com que o Jiu-Jitsu se tornasse mais feio aos meus olhos, não é uma coisa assim que eu aprecie”, analisa Rickson, concordando com o tetracampeão Royler.

“Está bem diferente do ano passado, achei as lutas muito mais amarradas. Você vê que quase todas as finais não tiveram finalização, muitas lutas decididas por vantagem”, disse, ponderando as vantagens e desvantagens de um Jiu-Jitsu ofensivo. “Não sei se isso é bom ou ruim... Às vezes, é melhor você ganhar por uma vantagem do que perder, porque no ano que vem só lembram do ganhador. Mais uma vez a estratégia de luta e a tática é o que ganha, e o que conta é quem vai com a medalha de ouro para casa”, afirmou Royler.

Para Rickson, o medo de perder fazia com que os competidores não arriscassem demais. “O desenvolvimento da luta como um todo, algumas técnicas que tem como objetivo uma vantagem no último minuto, uma rodadinha... Eu vi muita luta parada, muita luta feia. Os caras mais bem treinados do mundo ficam parados esperando uma posição, com medo de arriscar e botar para frente para ver quem é o melhor lá dentro”, disse o faixa-preta, que também reparou a falta de finalizações nas finais da faixa-preta.

“A maioria das decisões dos faixas-pretas aqui era uma vantagem, um, dois pontos... Se você tira a pegada, essa agarrada de posição, alguém vai ter que bater e aí vira um negocio bonito de se ver, e acho que perdeu um pouco disso”, critica Rickson, vislumbrando um futuro de evoluções “bonitas”. “Ainda assim é o evento referência do Jiu-Jitsu e temos ficar felizes de ver que cada vez a coisa está ficando mais organizada e andando para frente, então vamos rezar para que alguém aí tenha uma visão mais sobre o que o Jiu-Jitsu realmente precisa para mostrar a técnica”.

HOMENAGEM AO MESTRE HÉLIO

Para a surpresa dos Gracie presentes ao ginásio em Long Beach, as finais da faixa-preta aconteceram depois de uma bela homenagem ao Mestre Hélio Gracie, falecido no começo deste ano. “Foi uma surpresa muito legal, e é bom saber que o velhinho está eterno para a gente, dando aquela inspiração que a gente precisa nos dias de batalha positiva, como esse”, se emociona Rickson.

Quer saber todos os detalhes do Mundial de Jiu-Jitsu 2009? Corra até a banca mais próxima e garanta já a sua Revista TATAME de julho, que traz uma matéria imperdível sobre Roger, o bicampeonato de Rômulo Barral, o tetra histórico de Cobrinha, o domínio de Bruno Malfacine, Michael Langhi, Marcelinho Garcia, Sérgio Moraes e Gabriel Vella, faturando o tetra por equipes para a Alliance, o show feminino e muito mais, em bate-papos exclusivos e matérias imperdíveis.
Fonte TATAME

Bruno Bastos no Rio Open

Inscrições vão até dia 11 sábado
Persistência é um atributo que poucos têm. Não desistir quando a resposta não aparece é tarefa árdua. E o sucesso só pode bater na porta daqueles que o procuram com insistência e garra. Assim é o faixa-preta Bruno Bastos.

O lutador da Nova União evidentemente não ficou satisfeito com a atuação no Mundial de Jiu-Jitsu da Califórnia mês passado, onde protagonizou emocionante luta com Roger Gracie no super pesado e acabou perdendo para Rodrigo Cavaca no absoluto.

Mas em vez de ficar lamuriando ou reclamando, Bastos arregaça as mangas para cair dentro de mais um campeonato, o Rio Open, a ser realizado entre os dias 23 e 26 de julho no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, e cujas inscrições se encerram nesta sexta-feira.
De Dallas, Bruno Bastos confirmou sua inscrição. Ele volta dos EUA dia 15 para competir.

“Na verdade eu nem parei de treinar. Algumas vezes dou uma segurada aqui, estou sempre falando com meu preparador físico, Marcio Roberto e com meu irmão Ricardo Bastos pra não rolar um overtraining”, disse Bastos, que depois do Mundial lutou outros dois campeonatos, o Grapplers Quest e o Texas Open, no qual foi campeão.

Ano passado o lutador foi campeão da categoria pesado no Rio Open. Este ano, porém, ele ainda não sabe se virá de pesado ou super-pesado. “A equipe é quem decide e eles vão optar pelo melhor pra mim e pro time também. Temos o Demente, o Gaia... têm uns moleques novos chegando além do Demente, que surpreendeu no Mundial. Se eu não defender no pesado, vai ter alguém do time pra defender o título pra Nova União”, disse.

Bruno Bastos acha fundamental os atletas lutarem qualquer evento da IBJJF, como ele mesmo afirmou, pois segundo sua opinião traz projeção internacional. “A Gracie Magazine vende muito aqui fora [nos EUA] e sendo bilíngüe ajuda muito no nosso trabalho. Tenho um reconhecimento muito maior aqui do que no Brasil. E o Rio Open pra galera que não pode viajar, acaba sendo como o antigo Mundial que era no Tijuca, que tem toda uma tradição de grandes lutas e competições de Jiu-Jitsu. A expectativa é de título. Vamos tentar peso e absoluto como sempre”, finalizou o lutador da Nova União.
Fonte GracieMAG

Gurgel com planos para o Europeu de 2010

Líder da Alliance em seminários em Verona, Atenas e Berlim
Fabio Gurgel, depois de ver a Alliance bicampeão no Mundial de Jiu-Jitsu, teve muito pouco tempo para descansar. Agora o general já está em Verona, na Itália, ministrando seminário na filial da equipe paulista.
De lá, Gurgel vai para Atenas, na Grécia, por uma semana para dar continuidade ao cronograma de aulas, e, por fim, o giro pela Europa só chega ao fim em Berlim, na Alemanha. Só depois disso ele volta para o Brasil, ainda a tempo de acompanhar a Alliance no Rio Internacional Open.
“Cada país tem a sua particularidade”, disse Gurgel com exclusividade ao GRACIEMAG.com. “Aqui na Itália, por exemplo, foi um trabalho iniciado do zero. O que por um lado é mais demorado para se colher resultados, mas por outro vem sem vícios de outras artes marciais, o que às vezes é comum em outros países. Podemos implementar nossa metodologia de trabalho 100%, o nível técnico dos alunos já é surpreendente”, afirmou o faixa-preta.
Gurgel também revelou uma novidade da Alliance para o ano que vem, que será posta em prática no Europeu de Jiu-Jitsu de 2010. A idéia é que cerca de 15 filiais da Alliance na Europa recebam um professor de Jiu-Jitsu top dias antes do Europeu, para afinar o jogo dos competidores estrangeiros.
“Esse é o plano para que possamos chegar fortes ao Europeu. Ano passado perdemos por quatro pontos, mas só tínhamos dois na preta. Estávamos liderando até o final só com alunos da Europa. Ano que vem vamos vir com tudo e o plano é esse, colocar um professor em cada filial por 15 dias. Eu como todo ano devo ir a Finâlndia [Helsinque e Turku]; depois temos Itália, Alemanha [Frankfurt e Berlim], Grécia, Croácia... para cada uma delas professores como Michael Langhi, Alex, Batista, Bruno Malfacine, Lucas Lepri, entre outros. Todo mundo quer lutar aqui vamos trabalhar para possibilitar isso. Vamos chegar fortes”, prometeu Gurgel.
"Estar difundindo o Jiu-Jitsu brasileiro pelo mundo é um grande privilégio, sou muito honrado em poder dar essa contribuição para evolução do esporte como um todo pelo mundo, com isso ganhamos cultura e ensinamos um pouco de Brasil para eles também", finalizou Gurgel.
Fonte GracieMAG

Titi de volta ao pano

Rio Open inscreve até amanhã
O ginásio do Tijuca Tênis Clube no Rio receberá entre os dias 23 e 26 deste mês atletas que estão na ativa no dia-a-dia do pano competitivo e muitos outros que aproveitarão a oportunidade do Rio Open para botar o kimono e matar a saudade. Não porque estejam fora do ritmo, mas porque tenham escolhido outros caminhos profissionais.

Este é o caso do faixa-preta Cristiano Titi Lazzarini. “Não tenho lutado de kimono faz um tempinho já. O motivo é que estava estruturando várias coisas na vida e o treino pra competição de kimono requer uma dedicação maior que o sem kimono, além do que eu prefiro as competições sem kimono”, disse o lutador da Gracie Barra BH.

“Decidi lutar aqui no Rio Open porque senti aquela vontade de novo e também pelo motivo de estar levando meus alunos pra competirem”, completou o atleta, que vai competir na categoria super pesado.

Titi, como é mais conhecido, sabe da importância do incentivo dos professores aos alunos nos campeonatos, pois recebeu a faixa-preta de seu mestre Vinícius Draculino. Ao falar dele, o atleta fez questão de ressaltar esse aspecto de Draculino, que segundo ele sempre o acompanhou e apoiou nas competições.

E foi aproveitando esse clima herdado de união entre aluno e professor que Titi treinou com a garotada que levará para competir no Rio Open. “Os treinos para o campeonato estão sendo mais com meus alunos mesmo, pois estou meio sem tempo de ir à matriz treinar nesses últimos meses, mas estão sendo treinos bons. Tem uma galera comigo que dá pra puxar legal. Além da preparação que já venho fazendo desde a seletiva pro ADCC, pois estou aguardando um convite lá”, finalizou Lazzarini.

Vale lembrar que as inscrições para o Rio Open International vão somente até esta sexta-feira, dia 10 de julho.
Fonte GracieMAG

terça-feira, julho 07, 2009

ADCC mantém as mesmas categorias para 2011

Novos pesos serão apenas para campeonatos internos

Anunciadas na semana passada como novidades para a edição 2011 do ADCC, as novas categorias de peso ficarão restritas somente às competições internas realizadas pela organização. É o que informa Wagner Gomes, secretário-geral do ADCC Brazil.

"Recebi a informação do ADCC de Abu Dhabi, que dizia que as categorias sugeridas seriam apenas uma sugestão, mas as categorias que estarão valendo para o Mundial do ADCC seriam as mesma da edição deste ano, ou seja, 66kg ,77kg ,88kg ,99kg e acima 99kg no masculino, até 60kg e acima de 60kg, no feminino", declarou o secretário-executivo.

Wagner informou ainda que nas categorias 14 e 15 anos, e 16 e 17 anos, amador e veteranos para o Circuito ADCC haverá alterações, o que deve acontecer em breve.
Fonte GracieMAG

Copa Clube Tamoio de Jiu-Jitsu no Rio

O munícipio de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, receberá no dia 12 de julho, a segunda edição da Copa Clube Tamoio de Jiu-Jitsu, que acontece no ginásio do Clube Tamoio. Realizada pela Liga Gonçalense de Desporto, o evento contará com todas as categorias de faixa. As inscrições vão até o dia 9 de julho (quinta-feira) no valor de R$ 25,00. No dia 10 de julho, sexta-feira, será divulgado a checagem por categorias de atletas no site: www.araruamajiujitsu.com.br. Mais informações com professor Juarez nos telefones (21) 3527- 0299, (22) 2665-3077 ou (22) 7835-6784 – ID: 83*43828.
Fonte TATAME

Brasileiro de Equipes marcado para 12 de setembro

CBJJ com novidades no calendário

A Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ) acaba de divulgar novidades importantes no calendário do segundo semestre.

Tradicionalmente disputado no mês de outubro, o Campeonato Brasileiro por Equipes foi adiantado para o dia 12 de setembro.

Já a data que ficaria vaga será preenchida pela primeira edição do Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu sem kimono. A competição será nos mesmos moldes do Mundial Sem Kimono e do Pan-Americano Sem Kimono, competições já realizadas com sucesso nos Estados Unidos.

Com isso, quem quiser se planejar para participar das principais competições do Jiu-Jitsu no Brasil já pode pegar a agenda.

Confira abaixo as datas já definidas e fique ligado no GRACIEMAG.com para novas informações.
Rio International Open de Jiu-Jitsu 23 a 26 de julho - Rio de Janeiro (clique aqui e se inscreva)
Internacional Máster e Sênior de Jiu-Jitsu24 a 26 de julho - Rio de Janeiro (clique aqui e se inscreva)
Campeonato Sudeste-Brasileiro de Jiu-Jitsu29 e 30 de agosto - São Paulo
Campeonato Brasileiro de Equipes12 de setembro - Rio de Janeiro
Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono 31 de outubro - Rio de Janeiro
Fonte GracieMAG

domingo, julho 05, 2009

Robert Drysdale

Campeão absoluto do ADCC em 2007, Robert Drysdale se credenciou para enfrentar Roger Gracie na super luta do torneio deste ano, e está empolgado para o desafio. Com a confirmação do campeonato de Submission para o final de setembro em Barcelona, na Espanha, o casca-grossa conversou com a TATAME sobre a preparação para encarar o Gracie. “Estou empolgadão, treinando muito com os caras pesados. Estou me preparando há muito tempo, mas a minha preparação mais intensa vai começar agora. Vai ser a luta mais importante da minha vida. Ele é muito bom, mas é por isso que quero ganhar dele”, afirmou Robert, comentando a atuação do Gracie no Mundial de Jiu-Jitsu 2009, o sucesso de sua academia nos Estados Unidos e os treinos com Frank Mir, que se prepara para disputar o cinturão do UFC com Brock Lesnar.

Como está a preparação para enfrentar o Roger no ADCC?
Estou empolgadão, treinando muito com os caras pesados. Estou me preparando há muito tempo, mas a minha preparação mais intensa vai começar agora. Estou treinando muito Jiu-Jitsu, Wrestling, mas nada específico. Vai ser a luta mais importante da minha vida. Ele é muito bom, mas é por isso que quero ganhar dele. Se fosse um cara sem qualidade, não teria mérito nenhum ganhar dele .Sinto que, se ganhar dele, serei o melhor do mundo sem quimono, e esse é o meu sonho. Quero ser o melhor no que eu faço, e sinto que falta ganhar dele. Eu o acho um cara excelente, cheio de qualidades, e isso me faz ter mais vontade ainda.

Quantas vezes você já enfrentou o Roger?
Perdi para ele três vezes de quimono, mas nunca lutei sem quimono. É diferente, as regras, a estratégia é outra, é outra luta. Estou confiante, penso nessa luta todo dia. Vou entrar mais pesado para lutar com ele. Ganhando do Roger, minha vida mais mudar. Ela já mudou com o absoluto, que abriu várias portas para mim, mas,g ganhando dele, vou me estabelecer como o melhor sem quimono, e isso vai abrir mais portas para mim. Penso nessa luta desde que ganhei do Marcelinho.

O que você achou da atuação do Roger no Mundial, finalizando todos os adversários da mesma maneira?
Foi fantástico, fiquei de queixo caído. O cara fazer a mesma coisa com todo mundo e finalizar todo mundo... O Roger é o cara, é foda. Não dá pra tirar o mérito dele. Pode falar que ele é grande, forte, não, ele é bom mesmo. Ele tem um jogo feijão com arroz e é o cara. Mas é tudo coisa de quimono... Se tirar, muda tudo. Por isso estou confiante. Muito do que ele faz depende do quimono, e é isso que vou explorar. Essa atuação dele no Mundial foi brilhante.

Como está a sua academia nos Estados Unidos?
Estou abrindo uma segunda academia aqui em Las Vegas. Até diminuí as aulas para me preparar para o ADCC. Está irado! Metade do UFC está treinando Jiu-Jitsu aqui. Temos treinos três vezes por semana e lota, só cara top. O Frank Mir, Forrest Griffin, Phil Baroni, Martin Kampmann, só os caras tops. Pra mim, está sendo um puta treino. Os caras de Wrestling da seleção estão aqui, não poderia estar melhor. Estou muito feliz com a academia e a maneira com que as coisas estão indo. Não está faltando treino aqui.

Vendo a preparação do Frank Mir, como você acha que será a luta dele contra o Brock Lesnar?
Ele está treinado. Quem vê o Frank, não bota fé nele, mas ele é sinistro. Nunca vi um cara aprender tão rápido, ele bate o olho e já absorve o golpe. É muito fácil ensinar a ele. Se o Brock der mole, ele vai arrancar o braço fora, o pescoço... Vi o Frank rolar com um cara bom de Jiu-Jitsu e nego dá mole e ele quase arranca o braço... Com o Brock vai ser igual. Ele bateu uma vez e vai bater de novo. O Frank Mir de hoje é bem melhor do que o que lutou com o Minotauro. Não paramos de treinar o Jiu-Jitsu dele. Estou dando aula particular para ele há bastante tempo e melhorou absurdamente, não tem comparação. Essa luta provavelmente vai para o chão, é difícil evitar a queda do Brock, mas, quando chegar lá, tenho confiança que o Brock vai bater. Se eu fosse o Brock, nem derrubava o Frank, porque se derrubar vai bater. O Frank é muito perigoso ali.

Desde que chegou ao UFC, o Brock evoluiu bastante...
Evoluiu, ele tem tempo e disposição, além de uma grande aquipe, mas ele está tecnicamente atrás dos outros pesos pesados. Ele estava perdendo para o Couture e acertou um mata-cobra. O Frank está muito à vontade de costas no chão. Estou mais confiante para essa luta do que estava para a luta contra o Minotauro, porque o Brock não me preocupa tanto. Ele é pesado, forte, mas é limitado. Ele não é trocador, não é bom no chão. Ele é um touro, que corre e te bota pra baixo.
Fonte TATAME

Raphael Abi-Rihan

Campeão peso e absoluto no Estadual carioca e Europeu em 2007, Raphael Abi-Rihan ficou afastado das competições em 2008 devido a uma grave lesão sofrida na coluna. Os médicos chegaram a condenar a volta do atleta às competições, que retornou de maneira avassaladora, tornando-se campeão brasileiro (CBJJ) em uma campanha impecável, finalizando Tarsis Humphreys, que vinha de uma grande conquista em Abu Dhabi, no Mundial Profissional, com um justíssimo arm-lock. Em conversa com a TATAME, o faixa-preta falou sobre sua carreira de professor e lutador, a contusão na coluna, a conquista do Brasileiro, a inspiração em Carlson Gracie, a situação da arbitragem atual e o futuro do Jiu-Jitsu profissional.

Gostaria que você falasse um pouco do seu início no Jiu-Jitsu. Quem foi o grande incentivador?
Eu comecei a treinar Jiu-Jitsu em 1988, quando eu tinha sete anos de idade, com o professor Kiko Veloso, da Carlson, por influência de alguns amigos, mas não fiquei apaixonado logo de cara, fiz mais porque a rapaziada começou a fazer. Meu pai sempre me incentivou muito, e eu fui continuando até a faixa-laranja, com 12 anos, quando eu parei de treinar por causa do colégio. Dei uma parada com os treinos, acho que ali eu ainda não sabia muito bem o que era. Com 15 anos, retomei o Jiu-Jitsu e comecei a entender realmente o que era. Minha família continuou incentivando muito e voltei para o Kiko Veloso, onde peguei a faixa azul e roxa, quando, entre 1999 e 2000, houve uma união com o professor Luis Carlos Maninal, também do Carlson, e eu passei a treinar com os dois. Com o tempo, o Kiko foi se afastando da academia e eu comecei a treinar mais com o Maninal, que é um apaixonado pela arte, vibra, ama o Jiu-Jitsu. Eu estava mais focado em competições, daí peguei a faixa marrom e depois a preta, em 2002.

Por que você mudou um pouco o foco de sua carreira, privilegiando ser professor a competidor?
Comecei a dar aula por hobbie, porque eu gostava. Quando vi que o lado de competidor estava atrapalhando minhas aulas, que o negócio estava crescendo, consegui ter o meu próprio espaço no Monte Líbano, em 2004, então decidi privilegiar o meu trabalho de professor, pois vi que eu poderia desenvolver um plano de carreira. A partir daí, comecei um trabalho aqui com o foco diferente do que eu vinha fazendo antes, focando mais na minha equipe, como uma grande família, princípios básicos como equilíbrio, lealdade. Então o Jiu-Jitsu competitivo ficou sendo apenas uma parte do nosso trabalho. O Jiu-Jitsu família, essa reunião diária que nós promovemos aqui, é o fator, o motivo principal do nosso treino. A gente procura treinar, confraternizar, evoluir espiritualmente, mentalmente e, quem sabe, ocorrendo uma evolução física natural, os resultados bons em competições acabam vindo. A minha academia, graças a Deus, vem colhendo resultados excelentes nos últimos três anos. Em 2007, eu tive bons resultados, em 2008 eu sofri uma lesão gravíssima e acabei não competindo, mas pude fazer vários alunos campeões brasileiros e estaduais.

Você ficou um tempo parado devido a uma contusão séria na coluna, os médicos chegaram a condenar sua carreira como lutador. Você está 100% recuperado?
Eu não digo que eu estou curado, mas digo que a lesão que eu tenho está controlada. Eu venho treinando pesado e minha preparação física está muito bem planejada. Sofri algumas limitações no meu Jiu-Jitsu, que eu já adaptei e acredito que hoje estou com meu preparo físico muito bom, me sinto mais potente do que há algum tempo atrás. Em relação aos médicos, quando eu tive essa contusão, não conseguia me mexer direito, não conseguia andar, estava muito mal. Os primeiros quatro médicos que eu fui eram muito conceituados e queriam fazer uma cirurgia na minha coluna, falaram que eu nunca mais ia poder fazer esforço intenso, então eles achavam que eu deveria me dedicar mais à minha carreira de professor, porque lutar “à vera” realmente ia ser difícil, pela gravidade da minha lesão.

E você provou que não era verdade, finalizando quatro de suas cinco lutas no Brasileiro, incluindo o Tarsis, campeão do Mundial Profissional, na final. As pessoas que estavam presentes no Tijuca Tênis Clube comentaram que você estava com uma energia diferente, que parecia possuído… Qual a importância dessa vitória para você? O espírito do Carlson lhe inspirou?
É verdade... Naquele dia do Brasileiro, as pessoas me olhavam e comentavam que eu estava “possuído”, mas essa palavra eu nem gosto. Eu estava muito inspirado, pois tinha muita gente por trás de mim acreditando, vibrando comigo naquele momento. A equipe estava bem motivada e eu tive a torcida de muitas pessoas, antigos professores, amigos, alunos, então senti uma energia espiritual boa, muito forte, e acho que isso influenciou diretamente na minha vitória sobre o Tarsis, que dispensa comentários e que é o número um da categoria, juntamente com o Rômulo Barral. Acho que o resultado positivo foi graças à energia que a galera me passou e ao brasão do Carlson que eu carrego nas minhas costas, isso influenciou muito. Era a minha chance de representar isso tudo, mostrar que o espírito de guerreiro do Carlson Gracie ainda está vivo em nós.

O Abi Rihan de 2007, campeão europeu, está de volta?
Eu acho que eu estou mais maduro do que em 2007. Acho que, em 2007, eu era muito brabo, agora estou mais consciente. Consegui um equilíbrio entre a brabeza e a consciência. Antigamente, eu era muito mais aguerrido e lutava muito mais na conta do preparo físico, hoje procuro equilibrar o preparo físico com a técnica, a experiência, a maturidade, espiritualidade, consigo me desapegar de certos sentimentos antes das lutas, algo que eu não conseguia fazer há um tempo atrás, devido a certas vaidades. Consigo canalizar todos os sentimentos que estiverem passando na hora, seja de amor, de ódio, expectativa, para poder me sair bem e servir de exemplo para quem me segue. Continuo no circuito, sem pressão de competição, mas sempre querendo ganhar.

Como árbitro, o que você acha do nível da arbitragem atualmente? Como você vê a profissionalização do árbitro?
O que acontece hoje é que existe um seleto grupo de árbitros formados pelo professor Álvaro Mansur, que são árbitros excelentes, e tem umas pessoas boas que estão se formando agora. Acredito que as criticas são exageradas. 90% dos que criticam não fizeram curso de arbitragem, lêem o regulamento na internet, mas nunca fizeram um curso ou tiveram uma vivência pratica e se sentem no direito de reclamar. Acho que todos tem o direito de torcer, mas reclamar, fazer uma ocorrência, as pessoas tem que ter o mínimo de propriedade.

Às vezes, vejo um aluno meu perder e não concordo, mas não posso reclamar porque no momento estou muito envolvido. Vou torcer, mas nunca xingar, reclamar ou buscar a comissão técnica para punir esse árbitro. Aquele cara, naquele momento, sabe mais do que eu, porque ele está estudado e concentrado para aquela luta. Falando como árbitro, acho que a profissionalização é o caminho e a Confederação está cada vez chegando mais perto disso. Acho legal a iniciativa de se fazerem clínicas de arbitragem, acho que é algo que está muito próximo de acontecer e que, com certeza, vai elevar ainda mais o nível de arbitragem.

E a profissionalização do Jiu-Jitsu. O que você acha que falta?
Acho que é só uma questão de tempo. Hoje eu vejo atletas ganhando uma boa grana, sobrevivendo do Jiu-Jitsu. Não é o meu foco, mas eu acho legal. Tenho visto competições premiando em dinheiro, como no Mundial Profissional, que foi o maior exemplo disso. Acho interessante a premiação em dinheiro para os faixas-pretas, não para as categorias de base, porque acho que até a faixa-marrom o Jiu-Jitsu tem que ser entendido de outra forma. Eu só tenho medo de que esses atletas profissionais, que muitas vezes não estudaram e procuraram outra saída, fiquem esquecidos depois, pois tiveram uma carreira de sucesso, com títulos, mas não propagou aquilo ali. Acabou a vida útil de atleta, acabou para ele. Esse é o meu grande medo, mas, de resto, eu admiro a garra de um competidor de arrumar patrocínio, vencer obstáculos, ganhar uma grana.
Fonte TATAME

O legado de Carlson Gracie em Chicago

O saudoso Mestre Carlson Gracie já faleceu há mais de três anos, mas o seu legado segue vivo, e não é só no Brasil. Radicado há dois anos em Chicago, nos Estados Unidos, André Negão está trabalhando pesado em prol da arte suave. Chegando à Terra do Tio Sam em 2007, o faixa-preta começou a dar aulas na Carlson Gracie Chicago, mas começou um projeto independente.

“Resolvemos seguir o nosso caminho e entramos na sociedade de uma academia bem no centro de Chicago, onde temos uma estrutura maior e começamos a construir o nosso grupo. Tive a honra de graduar três estudantes do saudoso mestre Carlson Gracie”, conta André. “Todos os três são pessoas com idade acima dos 40 anos e começaram a treinar com o Mestre assim que ele se mudou para Chicago e, depois do seu falecimento, perderam o prazer de treinar, pois, para eles, o Jiu-Jitsu tinha que ser com alguém de verdade. Não sei se por dádiva de Deus ou porque resistimos ao frio e à neve (risos), peguei essa grande responsabilidade e honra de lecionar as últimas pessoas que tiveram o prazer de ter aulas com o Mestre Carlson”.

Inicialmente com 30 faixa-pretas, André e sua esposa, Hannette Quadros, já contabilizam o sucesso da dupla em Chicago. “Há exatamente um ano atrás, meu sócio tinha em média 30 alunos. Hoje, a escola já mostra resultados positivos após essa parceria, onde praticamente triplicamos o número de estudantes. Foi quase um ano de trabalho árduo em conjunto com a Hannette”, afirmou o faixa-preta, que formou, ao lado de Hannette, seu primeiro faixa-preta na América. “Fizemos a nossa primeira entrega de faixas aqui em Chicago, onde 12 estudantes foram graduados: oito na azul, três na roxa e um faixa-preta”.

O PASSO A PASSO DO JIU-JITSU

Heptacampeã mundial de Jiu-Jitsu, Hannette comemorou o sucesso de sua aluna, a norte-americana Sharon. “A Sharon começou com a Hannette há mais ou menos um ano. Ela estreou no Pan e fez quatro lutas, ficando em terceiro lugar. Logo em seguida, ela lutou o Internacional Novice e se sagrou campeã, fazendo três lutas. Nosso trabalho é nosso e já estamos colhendo os frutos que começamos a plantar há pouco tempo. Fazer um aluno é uma coisa totalmente diferente de pegar alguém pronto, então deixo os meus parabéns pelo excelente trabalho que a Hannette vem fazendo, pois hoje ela divide o seu tempo me ajudando nas aulas masculinas, seus treinamentos, que são em média quatro horas por dia, aulas particulares e a sua turma feminina”, destaca Negão.

Com o trabalho em Chicago, André deixa claro o seu objetivo. “Quero ensinar o verdadeiro Jiu-Jitsu, de A a Z, o passo a passo, como aprendemos e como funciona. Não vemos o no-gi como modalidade principal no nosso ensino, estamos preocupados em manter o que se ensina no Brasil. Não nos preocupamos com as inúmeras academias de MMA, onde se aprende um pouco de tudo. Queremos fazer faixas pretas de Brazilian Jiu-Jitsu, dar oportunidade ao fraco, ao indefeso, ao inseguro, às mulheres e às crianças de poderem aprender esta arte tão nobre”, finalizou André.
Fonte TATAME

Abi-Rihan e o retorno às competições

Campeão peso e absoluto no Estadual carioca e Europeu em 2007, Raphael Abi-Rihan ficou afastado das competições em 2008 devido a uma grave lesão sofrida na coluna. Os médicos chegaram a condenar a volta do atleta às competições, que retornou de maneira avassaladora, tornando-se campeão brasileiro (CBJJ) em uma campanha impecável, finalizando Tarsis Humphreys, que vinha de uma grande conquista em Abu Dhabi, no Mundial Profissional, com um justíssimo arm-lock.

“Acho que o resultado positivo foi graças à energia que a galera me passou e ao brasão do Carlson que eu carrego nas minhas costas, isso influenciou muito. Era a minha chance de representar isso tudo, mostrar que o espírito de guerreiro do Carlson Gracie ainda está vivo em nós”, garante o faixa-preta, que ainda falou sobre sua carreira de professor e lutador, a contusão na coluna, o atual panorama da arbitragem e o futuro do Jiu-Jitsu profissional. Fique ligado e confira, ainda hoje, uma entrevista exclusiva com o faixa-preta.
Fonte TATAME

Rio Open e Máster e Sênior com pré-cronograma

Última semana de inscrições para os eventos no Rio

Marcados para serem realizados simultaneamente no fim de julho, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, o Rio International Open de Jiu-Jitsu (de 23 a 26 de julho) e o Campeonato Internacional Máster e Sênior (de 24 a 26 de julho) já têm pré-cronograma definido. Como já é tradicional, os primeiros dias são dedicados aos atletas menos graduados, com os faixas-pretas fechando as atividades no domingo.

Clique aqui e confira.

Vale lembrar também que esta é a última semana de inscrições para ambas as competições. O prazo final é dia 10 de julho, e não serão aceitas inscrições após este prazo em hipótese alguma.
Fonte GracieMAG

quinta-feira, julho 02, 2009

Graduação na equipe!!!

Hoje dois de nossos melhores atletas atingiram o tão sonhado objetivo de chegar a graduação máxima como atletas e entrar para a elite do esporte, Sergio Santos e Leo Nogueira receberam hoje a faixa preta das mãos da Fabio Gurgel.
Fonte Site do General Fabio Gurgel

Drysdale e a super luta com Roger no ADCC

Campeão absoluto do ADCC em 2007, Robert Drysdale se credenciou para enfrentar Roger Gracie na super luta do torneio deste ano, e está empolgado para o desafio. Com a confirmação do campeonato de Submission para o final de setembro em Barcelona, na Espanha, o casca-grossa conversou com a TATAME sobre a preparação para encarar o Gracie.

“Estou empolgadão, treinando muito com os caras pesados. Estou me preparando há muito tempo, mas a minha preparação mais intensa vai começar agora. Vai ser a luta mais importante da minha vida. Ele é muito bom, mas é por isso que quero ganhar dele”, afirmou Robert, destacando a importância que uma vitória sobre Roger teria na sua carreira. “Se eu ganhar do Roger, serei o melhor do mundo sem quimono”.

Na entrevista exclusiva, que você confere amanhã aqui na TATAME, Drysdale comentou a atuação do Gracie no Mundial de Jiu-Jitsu 2009, quando finalizou todos os adversários para conquistar o hexacampeonato no peso e o bi no absoluto, o sucesso de sua academia nos Estados Unidos e os treinos com Frank Mir, que se prepara para disputar o cinturão do UFC com Brock Lesnar.
Fonte TATAME