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quinta-feira, julho 09, 2009

Titi de volta ao pano

Rio Open inscreve até amanhã
O ginásio do Tijuca Tênis Clube no Rio receberá entre os dias 23 e 26 deste mês atletas que estão na ativa no dia-a-dia do pano competitivo e muitos outros que aproveitarão a oportunidade do Rio Open para botar o kimono e matar a saudade. Não porque estejam fora do ritmo, mas porque tenham escolhido outros caminhos profissionais.

Este é o caso do faixa-preta Cristiano Titi Lazzarini. “Não tenho lutado de kimono faz um tempinho já. O motivo é que estava estruturando várias coisas na vida e o treino pra competição de kimono requer uma dedicação maior que o sem kimono, além do que eu prefiro as competições sem kimono”, disse o lutador da Gracie Barra BH.

“Decidi lutar aqui no Rio Open porque senti aquela vontade de novo e também pelo motivo de estar levando meus alunos pra competirem”, completou o atleta, que vai competir na categoria super pesado.

Titi, como é mais conhecido, sabe da importância do incentivo dos professores aos alunos nos campeonatos, pois recebeu a faixa-preta de seu mestre Vinícius Draculino. Ao falar dele, o atleta fez questão de ressaltar esse aspecto de Draculino, que segundo ele sempre o acompanhou e apoiou nas competições.

E foi aproveitando esse clima herdado de união entre aluno e professor que Titi treinou com a garotada que levará para competir no Rio Open. “Os treinos para o campeonato estão sendo mais com meus alunos mesmo, pois estou meio sem tempo de ir à matriz treinar nesses últimos meses, mas estão sendo treinos bons. Tem uma galera comigo que dá pra puxar legal. Além da preparação que já venho fazendo desde a seletiva pro ADCC, pois estou aguardando um convite lá”, finalizou Lazzarini.

Vale lembrar que as inscrições para o Rio Open International vão somente até esta sexta-feira, dia 10 de julho.
Fonte GracieMAG

terça-feira, julho 07, 2009

ADCC mantém as mesmas categorias para 2011

Novos pesos serão apenas para campeonatos internos

Anunciadas na semana passada como novidades para a edição 2011 do ADCC, as novas categorias de peso ficarão restritas somente às competições internas realizadas pela organização. É o que informa Wagner Gomes, secretário-geral do ADCC Brazil.

"Recebi a informação do ADCC de Abu Dhabi, que dizia que as categorias sugeridas seriam apenas uma sugestão, mas as categorias que estarão valendo para o Mundial do ADCC seriam as mesma da edição deste ano, ou seja, 66kg ,77kg ,88kg ,99kg e acima 99kg no masculino, até 60kg e acima de 60kg, no feminino", declarou o secretário-executivo.

Wagner informou ainda que nas categorias 14 e 15 anos, e 16 e 17 anos, amador e veteranos para o Circuito ADCC haverá alterações, o que deve acontecer em breve.
Fonte GracieMAG

Copa Clube Tamoio de Jiu-Jitsu no Rio

O munícipio de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, receberá no dia 12 de julho, a segunda edição da Copa Clube Tamoio de Jiu-Jitsu, que acontece no ginásio do Clube Tamoio. Realizada pela Liga Gonçalense de Desporto, o evento contará com todas as categorias de faixa. As inscrições vão até o dia 9 de julho (quinta-feira) no valor de R$ 25,00. No dia 10 de julho, sexta-feira, será divulgado a checagem por categorias de atletas no site: www.araruamajiujitsu.com.br. Mais informações com professor Juarez nos telefones (21) 3527- 0299, (22) 2665-3077 ou (22) 7835-6784 – ID: 83*43828.
Fonte TATAME

Brasileiro de Equipes marcado para 12 de setembro

CBJJ com novidades no calendário

A Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ) acaba de divulgar novidades importantes no calendário do segundo semestre.

Tradicionalmente disputado no mês de outubro, o Campeonato Brasileiro por Equipes foi adiantado para o dia 12 de setembro.

Já a data que ficaria vaga será preenchida pela primeira edição do Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu sem kimono. A competição será nos mesmos moldes do Mundial Sem Kimono e do Pan-Americano Sem Kimono, competições já realizadas com sucesso nos Estados Unidos.

Com isso, quem quiser se planejar para participar das principais competições do Jiu-Jitsu no Brasil já pode pegar a agenda.

Confira abaixo as datas já definidas e fique ligado no GRACIEMAG.com para novas informações.
Rio International Open de Jiu-Jitsu 23 a 26 de julho - Rio de Janeiro (clique aqui e se inscreva)
Internacional Máster e Sênior de Jiu-Jitsu24 a 26 de julho - Rio de Janeiro (clique aqui e se inscreva)
Campeonato Sudeste-Brasileiro de Jiu-Jitsu29 e 30 de agosto - São Paulo
Campeonato Brasileiro de Equipes12 de setembro - Rio de Janeiro
Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono 31 de outubro - Rio de Janeiro
Fonte GracieMAG

domingo, julho 05, 2009

Robert Drysdale

Campeão absoluto do ADCC em 2007, Robert Drysdale se credenciou para enfrentar Roger Gracie na super luta do torneio deste ano, e está empolgado para o desafio. Com a confirmação do campeonato de Submission para o final de setembro em Barcelona, na Espanha, o casca-grossa conversou com a TATAME sobre a preparação para encarar o Gracie. “Estou empolgadão, treinando muito com os caras pesados. Estou me preparando há muito tempo, mas a minha preparação mais intensa vai começar agora. Vai ser a luta mais importante da minha vida. Ele é muito bom, mas é por isso que quero ganhar dele”, afirmou Robert, comentando a atuação do Gracie no Mundial de Jiu-Jitsu 2009, o sucesso de sua academia nos Estados Unidos e os treinos com Frank Mir, que se prepara para disputar o cinturão do UFC com Brock Lesnar.

Como está a preparação para enfrentar o Roger no ADCC?
Estou empolgadão, treinando muito com os caras pesados. Estou me preparando há muito tempo, mas a minha preparação mais intensa vai começar agora. Estou treinando muito Jiu-Jitsu, Wrestling, mas nada específico. Vai ser a luta mais importante da minha vida. Ele é muito bom, mas é por isso que quero ganhar dele. Se fosse um cara sem qualidade, não teria mérito nenhum ganhar dele .Sinto que, se ganhar dele, serei o melhor do mundo sem quimono, e esse é o meu sonho. Quero ser o melhor no que eu faço, e sinto que falta ganhar dele. Eu o acho um cara excelente, cheio de qualidades, e isso me faz ter mais vontade ainda.

Quantas vezes você já enfrentou o Roger?
Perdi para ele três vezes de quimono, mas nunca lutei sem quimono. É diferente, as regras, a estratégia é outra, é outra luta. Estou confiante, penso nessa luta todo dia. Vou entrar mais pesado para lutar com ele. Ganhando do Roger, minha vida mais mudar. Ela já mudou com o absoluto, que abriu várias portas para mim, mas,g ganhando dele, vou me estabelecer como o melhor sem quimono, e isso vai abrir mais portas para mim. Penso nessa luta desde que ganhei do Marcelinho.

O que você achou da atuação do Roger no Mundial, finalizando todos os adversários da mesma maneira?
Foi fantástico, fiquei de queixo caído. O cara fazer a mesma coisa com todo mundo e finalizar todo mundo... O Roger é o cara, é foda. Não dá pra tirar o mérito dele. Pode falar que ele é grande, forte, não, ele é bom mesmo. Ele tem um jogo feijão com arroz e é o cara. Mas é tudo coisa de quimono... Se tirar, muda tudo. Por isso estou confiante. Muito do que ele faz depende do quimono, e é isso que vou explorar. Essa atuação dele no Mundial foi brilhante.

Como está a sua academia nos Estados Unidos?
Estou abrindo uma segunda academia aqui em Las Vegas. Até diminuí as aulas para me preparar para o ADCC. Está irado! Metade do UFC está treinando Jiu-Jitsu aqui. Temos treinos três vezes por semana e lota, só cara top. O Frank Mir, Forrest Griffin, Phil Baroni, Martin Kampmann, só os caras tops. Pra mim, está sendo um puta treino. Os caras de Wrestling da seleção estão aqui, não poderia estar melhor. Estou muito feliz com a academia e a maneira com que as coisas estão indo. Não está faltando treino aqui.

Vendo a preparação do Frank Mir, como você acha que será a luta dele contra o Brock Lesnar?
Ele está treinado. Quem vê o Frank, não bota fé nele, mas ele é sinistro. Nunca vi um cara aprender tão rápido, ele bate o olho e já absorve o golpe. É muito fácil ensinar a ele. Se o Brock der mole, ele vai arrancar o braço fora, o pescoço... Vi o Frank rolar com um cara bom de Jiu-Jitsu e nego dá mole e ele quase arranca o braço... Com o Brock vai ser igual. Ele bateu uma vez e vai bater de novo. O Frank Mir de hoje é bem melhor do que o que lutou com o Minotauro. Não paramos de treinar o Jiu-Jitsu dele. Estou dando aula particular para ele há bastante tempo e melhorou absurdamente, não tem comparação. Essa luta provavelmente vai para o chão, é difícil evitar a queda do Brock, mas, quando chegar lá, tenho confiança que o Brock vai bater. Se eu fosse o Brock, nem derrubava o Frank, porque se derrubar vai bater. O Frank é muito perigoso ali.

Desde que chegou ao UFC, o Brock evoluiu bastante...
Evoluiu, ele tem tempo e disposição, além de uma grande aquipe, mas ele está tecnicamente atrás dos outros pesos pesados. Ele estava perdendo para o Couture e acertou um mata-cobra. O Frank está muito à vontade de costas no chão. Estou mais confiante para essa luta do que estava para a luta contra o Minotauro, porque o Brock não me preocupa tanto. Ele é pesado, forte, mas é limitado. Ele não é trocador, não é bom no chão. Ele é um touro, que corre e te bota pra baixo.
Fonte TATAME

Raphael Abi-Rihan

Campeão peso e absoluto no Estadual carioca e Europeu em 2007, Raphael Abi-Rihan ficou afastado das competições em 2008 devido a uma grave lesão sofrida na coluna. Os médicos chegaram a condenar a volta do atleta às competições, que retornou de maneira avassaladora, tornando-se campeão brasileiro (CBJJ) em uma campanha impecável, finalizando Tarsis Humphreys, que vinha de uma grande conquista em Abu Dhabi, no Mundial Profissional, com um justíssimo arm-lock. Em conversa com a TATAME, o faixa-preta falou sobre sua carreira de professor e lutador, a contusão na coluna, a conquista do Brasileiro, a inspiração em Carlson Gracie, a situação da arbitragem atual e o futuro do Jiu-Jitsu profissional.

Gostaria que você falasse um pouco do seu início no Jiu-Jitsu. Quem foi o grande incentivador?
Eu comecei a treinar Jiu-Jitsu em 1988, quando eu tinha sete anos de idade, com o professor Kiko Veloso, da Carlson, por influência de alguns amigos, mas não fiquei apaixonado logo de cara, fiz mais porque a rapaziada começou a fazer. Meu pai sempre me incentivou muito, e eu fui continuando até a faixa-laranja, com 12 anos, quando eu parei de treinar por causa do colégio. Dei uma parada com os treinos, acho que ali eu ainda não sabia muito bem o que era. Com 15 anos, retomei o Jiu-Jitsu e comecei a entender realmente o que era. Minha família continuou incentivando muito e voltei para o Kiko Veloso, onde peguei a faixa azul e roxa, quando, entre 1999 e 2000, houve uma união com o professor Luis Carlos Maninal, também do Carlson, e eu passei a treinar com os dois. Com o tempo, o Kiko foi se afastando da academia e eu comecei a treinar mais com o Maninal, que é um apaixonado pela arte, vibra, ama o Jiu-Jitsu. Eu estava mais focado em competições, daí peguei a faixa marrom e depois a preta, em 2002.

Por que você mudou um pouco o foco de sua carreira, privilegiando ser professor a competidor?
Comecei a dar aula por hobbie, porque eu gostava. Quando vi que o lado de competidor estava atrapalhando minhas aulas, que o negócio estava crescendo, consegui ter o meu próprio espaço no Monte Líbano, em 2004, então decidi privilegiar o meu trabalho de professor, pois vi que eu poderia desenvolver um plano de carreira. A partir daí, comecei um trabalho aqui com o foco diferente do que eu vinha fazendo antes, focando mais na minha equipe, como uma grande família, princípios básicos como equilíbrio, lealdade. Então o Jiu-Jitsu competitivo ficou sendo apenas uma parte do nosso trabalho. O Jiu-Jitsu família, essa reunião diária que nós promovemos aqui, é o fator, o motivo principal do nosso treino. A gente procura treinar, confraternizar, evoluir espiritualmente, mentalmente e, quem sabe, ocorrendo uma evolução física natural, os resultados bons em competições acabam vindo. A minha academia, graças a Deus, vem colhendo resultados excelentes nos últimos três anos. Em 2007, eu tive bons resultados, em 2008 eu sofri uma lesão gravíssima e acabei não competindo, mas pude fazer vários alunos campeões brasileiros e estaduais.

Você ficou um tempo parado devido a uma contusão séria na coluna, os médicos chegaram a condenar sua carreira como lutador. Você está 100% recuperado?
Eu não digo que eu estou curado, mas digo que a lesão que eu tenho está controlada. Eu venho treinando pesado e minha preparação física está muito bem planejada. Sofri algumas limitações no meu Jiu-Jitsu, que eu já adaptei e acredito que hoje estou com meu preparo físico muito bom, me sinto mais potente do que há algum tempo atrás. Em relação aos médicos, quando eu tive essa contusão, não conseguia me mexer direito, não conseguia andar, estava muito mal. Os primeiros quatro médicos que eu fui eram muito conceituados e queriam fazer uma cirurgia na minha coluna, falaram que eu nunca mais ia poder fazer esforço intenso, então eles achavam que eu deveria me dedicar mais à minha carreira de professor, porque lutar “à vera” realmente ia ser difícil, pela gravidade da minha lesão.

E você provou que não era verdade, finalizando quatro de suas cinco lutas no Brasileiro, incluindo o Tarsis, campeão do Mundial Profissional, na final. As pessoas que estavam presentes no Tijuca Tênis Clube comentaram que você estava com uma energia diferente, que parecia possuído… Qual a importância dessa vitória para você? O espírito do Carlson lhe inspirou?
É verdade... Naquele dia do Brasileiro, as pessoas me olhavam e comentavam que eu estava “possuído”, mas essa palavra eu nem gosto. Eu estava muito inspirado, pois tinha muita gente por trás de mim acreditando, vibrando comigo naquele momento. A equipe estava bem motivada e eu tive a torcida de muitas pessoas, antigos professores, amigos, alunos, então senti uma energia espiritual boa, muito forte, e acho que isso influenciou diretamente na minha vitória sobre o Tarsis, que dispensa comentários e que é o número um da categoria, juntamente com o Rômulo Barral. Acho que o resultado positivo foi graças à energia que a galera me passou e ao brasão do Carlson que eu carrego nas minhas costas, isso influenciou muito. Era a minha chance de representar isso tudo, mostrar que o espírito de guerreiro do Carlson Gracie ainda está vivo em nós.

O Abi Rihan de 2007, campeão europeu, está de volta?
Eu acho que eu estou mais maduro do que em 2007. Acho que, em 2007, eu era muito brabo, agora estou mais consciente. Consegui um equilíbrio entre a brabeza e a consciência. Antigamente, eu era muito mais aguerrido e lutava muito mais na conta do preparo físico, hoje procuro equilibrar o preparo físico com a técnica, a experiência, a maturidade, espiritualidade, consigo me desapegar de certos sentimentos antes das lutas, algo que eu não conseguia fazer há um tempo atrás, devido a certas vaidades. Consigo canalizar todos os sentimentos que estiverem passando na hora, seja de amor, de ódio, expectativa, para poder me sair bem e servir de exemplo para quem me segue. Continuo no circuito, sem pressão de competição, mas sempre querendo ganhar.

Como árbitro, o que você acha do nível da arbitragem atualmente? Como você vê a profissionalização do árbitro?
O que acontece hoje é que existe um seleto grupo de árbitros formados pelo professor Álvaro Mansur, que são árbitros excelentes, e tem umas pessoas boas que estão se formando agora. Acredito que as criticas são exageradas. 90% dos que criticam não fizeram curso de arbitragem, lêem o regulamento na internet, mas nunca fizeram um curso ou tiveram uma vivência pratica e se sentem no direito de reclamar. Acho que todos tem o direito de torcer, mas reclamar, fazer uma ocorrência, as pessoas tem que ter o mínimo de propriedade.

Às vezes, vejo um aluno meu perder e não concordo, mas não posso reclamar porque no momento estou muito envolvido. Vou torcer, mas nunca xingar, reclamar ou buscar a comissão técnica para punir esse árbitro. Aquele cara, naquele momento, sabe mais do que eu, porque ele está estudado e concentrado para aquela luta. Falando como árbitro, acho que a profissionalização é o caminho e a Confederação está cada vez chegando mais perto disso. Acho legal a iniciativa de se fazerem clínicas de arbitragem, acho que é algo que está muito próximo de acontecer e que, com certeza, vai elevar ainda mais o nível de arbitragem.

E a profissionalização do Jiu-Jitsu. O que você acha que falta?
Acho que é só uma questão de tempo. Hoje eu vejo atletas ganhando uma boa grana, sobrevivendo do Jiu-Jitsu. Não é o meu foco, mas eu acho legal. Tenho visto competições premiando em dinheiro, como no Mundial Profissional, que foi o maior exemplo disso. Acho interessante a premiação em dinheiro para os faixas-pretas, não para as categorias de base, porque acho que até a faixa-marrom o Jiu-Jitsu tem que ser entendido de outra forma. Eu só tenho medo de que esses atletas profissionais, que muitas vezes não estudaram e procuraram outra saída, fiquem esquecidos depois, pois tiveram uma carreira de sucesso, com títulos, mas não propagou aquilo ali. Acabou a vida útil de atleta, acabou para ele. Esse é o meu grande medo, mas, de resto, eu admiro a garra de um competidor de arrumar patrocínio, vencer obstáculos, ganhar uma grana.
Fonte TATAME

O legado de Carlson Gracie em Chicago

O saudoso Mestre Carlson Gracie já faleceu há mais de três anos, mas o seu legado segue vivo, e não é só no Brasil. Radicado há dois anos em Chicago, nos Estados Unidos, André Negão está trabalhando pesado em prol da arte suave. Chegando à Terra do Tio Sam em 2007, o faixa-preta começou a dar aulas na Carlson Gracie Chicago, mas começou um projeto independente.

“Resolvemos seguir o nosso caminho e entramos na sociedade de uma academia bem no centro de Chicago, onde temos uma estrutura maior e começamos a construir o nosso grupo. Tive a honra de graduar três estudantes do saudoso mestre Carlson Gracie”, conta André. “Todos os três são pessoas com idade acima dos 40 anos e começaram a treinar com o Mestre assim que ele se mudou para Chicago e, depois do seu falecimento, perderam o prazer de treinar, pois, para eles, o Jiu-Jitsu tinha que ser com alguém de verdade. Não sei se por dádiva de Deus ou porque resistimos ao frio e à neve (risos), peguei essa grande responsabilidade e honra de lecionar as últimas pessoas que tiveram o prazer de ter aulas com o Mestre Carlson”.

Inicialmente com 30 faixa-pretas, André e sua esposa, Hannette Quadros, já contabilizam o sucesso da dupla em Chicago. “Há exatamente um ano atrás, meu sócio tinha em média 30 alunos. Hoje, a escola já mostra resultados positivos após essa parceria, onde praticamente triplicamos o número de estudantes. Foi quase um ano de trabalho árduo em conjunto com a Hannette”, afirmou o faixa-preta, que formou, ao lado de Hannette, seu primeiro faixa-preta na América. “Fizemos a nossa primeira entrega de faixas aqui em Chicago, onde 12 estudantes foram graduados: oito na azul, três na roxa e um faixa-preta”.

O PASSO A PASSO DO JIU-JITSU

Heptacampeã mundial de Jiu-Jitsu, Hannette comemorou o sucesso de sua aluna, a norte-americana Sharon. “A Sharon começou com a Hannette há mais ou menos um ano. Ela estreou no Pan e fez quatro lutas, ficando em terceiro lugar. Logo em seguida, ela lutou o Internacional Novice e se sagrou campeã, fazendo três lutas. Nosso trabalho é nosso e já estamos colhendo os frutos que começamos a plantar há pouco tempo. Fazer um aluno é uma coisa totalmente diferente de pegar alguém pronto, então deixo os meus parabéns pelo excelente trabalho que a Hannette vem fazendo, pois hoje ela divide o seu tempo me ajudando nas aulas masculinas, seus treinamentos, que são em média quatro horas por dia, aulas particulares e a sua turma feminina”, destaca Negão.

Com o trabalho em Chicago, André deixa claro o seu objetivo. “Quero ensinar o verdadeiro Jiu-Jitsu, de A a Z, o passo a passo, como aprendemos e como funciona. Não vemos o no-gi como modalidade principal no nosso ensino, estamos preocupados em manter o que se ensina no Brasil. Não nos preocupamos com as inúmeras academias de MMA, onde se aprende um pouco de tudo. Queremos fazer faixas pretas de Brazilian Jiu-Jitsu, dar oportunidade ao fraco, ao indefeso, ao inseguro, às mulheres e às crianças de poderem aprender esta arte tão nobre”, finalizou André.
Fonte TATAME

Abi-Rihan e o retorno às competições

Campeão peso e absoluto no Estadual carioca e Europeu em 2007, Raphael Abi-Rihan ficou afastado das competições em 2008 devido a uma grave lesão sofrida na coluna. Os médicos chegaram a condenar a volta do atleta às competições, que retornou de maneira avassaladora, tornando-se campeão brasileiro (CBJJ) em uma campanha impecável, finalizando Tarsis Humphreys, que vinha de uma grande conquista em Abu Dhabi, no Mundial Profissional, com um justíssimo arm-lock.

“Acho que o resultado positivo foi graças à energia que a galera me passou e ao brasão do Carlson que eu carrego nas minhas costas, isso influenciou muito. Era a minha chance de representar isso tudo, mostrar que o espírito de guerreiro do Carlson Gracie ainda está vivo em nós”, garante o faixa-preta, que ainda falou sobre sua carreira de professor e lutador, a contusão na coluna, o atual panorama da arbitragem e o futuro do Jiu-Jitsu profissional. Fique ligado e confira, ainda hoje, uma entrevista exclusiva com o faixa-preta.
Fonte TATAME

Rio Open e Máster e Sênior com pré-cronograma

Última semana de inscrições para os eventos no Rio

Marcados para serem realizados simultaneamente no fim de julho, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, o Rio International Open de Jiu-Jitsu (de 23 a 26 de julho) e o Campeonato Internacional Máster e Sênior (de 24 a 26 de julho) já têm pré-cronograma definido. Como já é tradicional, os primeiros dias são dedicados aos atletas menos graduados, com os faixas-pretas fechando as atividades no domingo.

Clique aqui e confira.

Vale lembrar também que esta é a última semana de inscrições para ambas as competições. O prazo final é dia 10 de julho, e não serão aceitas inscrições após este prazo em hipótese alguma.
Fonte GracieMAG

quinta-feira, julho 02, 2009

Graduação na equipe!!!

Hoje dois de nossos melhores atletas atingiram o tão sonhado objetivo de chegar a graduação máxima como atletas e entrar para a elite do esporte, Sergio Santos e Leo Nogueira receberam hoje a faixa preta das mãos da Fabio Gurgel.
Fonte Site do General Fabio Gurgel

Drysdale e a super luta com Roger no ADCC

Campeão absoluto do ADCC em 2007, Robert Drysdale se credenciou para enfrentar Roger Gracie na super luta do torneio deste ano, e está empolgado para o desafio. Com a confirmação do campeonato de Submission para o final de setembro em Barcelona, na Espanha, o casca-grossa conversou com a TATAME sobre a preparação para encarar o Gracie.

“Estou empolgadão, treinando muito com os caras pesados. Estou me preparando há muito tempo, mas a minha preparação mais intensa vai começar agora. Vai ser a luta mais importante da minha vida. Ele é muito bom, mas é por isso que quero ganhar dele”, afirmou Robert, destacando a importância que uma vitória sobre Roger teria na sua carreira. “Se eu ganhar do Roger, serei o melhor do mundo sem quimono”.

Na entrevista exclusiva, que você confere amanhã aqui na TATAME, Drysdale comentou a atuação do Gracie no Mundial de Jiu-Jitsu 2009, quando finalizou todos os adversários para conquistar o hexacampeonato no peso e o bi no absoluto, o sucesso de sua academia nos Estados Unidos e os treinos com Frank Mir, que se prepara para disputar o cinturão do UFC com Brock Lesnar.
Fonte TATAME

Abmar Barbosa e o título no Japão

Pupilo de Drysdale brilhou entre os médios na Rickson Cup

O GRACIEMAG.com conseguiu falar com outras feras que lutaram e venceram o Rickson Cup, realizado na cidade japonesa de Hamamatsu, no final de semana passado. Assim como Rafael Mendes, Abmar Barbosa (Drysdale), que também é de Rio Claro, São Paulo, conquistou o título no peso médio.

Antes de entrar no campeonato, os primeiros adversários enfrentados pelos brasileiros foram o cansaço e o pouco tempo para se recuperar do fuso horário japonês. “A diferença de horário é muito grande. Já na minha primeira luta, que foi dura, tive que escapar de um leglock muito bem encaixado e uma chave de pé. Teve muita movimentação, mas acabei levando por uma raspagem. Na final joguei para pontuar pois estava sentindo muito o fuso consegui abrir o placar em 18 a 0 e finalizei faltando 30 segundos para acabar a luta”, contou Abmar.

No Mundial, Abmar perdeu para Kron Gracie, filho do homem que leva o nome do torneio japonês que venceu. Mas depois da derrota na Califórnia, Abmar não quis nem saber e como ele mesmo disse, entrou na Rickson Cup “na cara e na coragem”.

Dos Estados Unidos, Robert Drysdale comemorou o título de Abmar. “Ele é um cara muito forte. Quando viajou para o Japão já sabia que ele iria ganhar”, festejou Robert, que atualmente treina Frank Mir para a luta contra Brock Lesnar no UFC 100.

Abmar, que ainda está no Japão, contou quais serão seus futuros passos depois do Mundial e do Rickson Cup. “Agora vou voltar para o Brasil, pois fiquei antes do Mundial nos EUA treinando com o tio Robert [Drysdale]”, divertiu-se Abmar.

“Volto para o Brasil para ver a família e treinar um pouco por aí. No mais, estou esperando o meu visto de trabalho, que deve sair em 60 dias. Após isso vou abrir uma academia aqui nos EUA para dar aula e principalmente treinar. Não sei ainda aonde abrir. Essa oportunidade surgiu através do meu preparador físico Léo Morton. Para mim vai ficar mais fácil já estando aqui nos EUA, porque aí fica mais perto para eu treinar na academia do Robert”, finalizou.

Confira abaixo a lista dos campões na preta:

PRETA /ADULTO / PLUMA
ROBSON MOURA (NOVA UNIÃO)

PRETA / ADULTO / PENA
RAFAEL MENDES (ATOS JIU-JITSU)

PRETA / ADULTO / LEVE
GUSTAVO DANTAS (NOVA UNIÃO)

PRETA / ADULTO / MÉDIO
ABMAR BARBOSA (DRYSDALE JJ)

PRETA / ADULTO / MEIO-PESADO
JOÃO YOSHIMURA (BLACK BELT JIU-JITSU CLUB)

PRETA / ADULTO / ABSOLUTO
JÚNIOR CALVACANTE (JAWS)
Fonte GracieMAG

Baiano de Jiu-Jitsu agita Bom Jesus


A Federação Baiana de Jiu-Jitsu Esportivo vai realizar no próximo dia 5 de julho, às 9h, no Ginásio de Esportes da cidade de Bom Jesus da Lapa, a sexta Etapa do Campeonato Baiano de Jiu-Jitsu, evento que contará com a participação de atletas de todo estado da Bahia. A FBJJE estará colocando ônibus à disposição dos interessados, saindo no dia 4 de julho às 8h da sede da FBJJE. A entrada no ginásio será um quilo de alimento não perecível, que será doado as instituições carentes. Maiores informações podem ser obtidas através do telefone (75) 3223-2081 ou pelo site http://www.fbjje.com.br/.

Fonte TATAME

Leonardo Nogueira recebe a faixa-preta

Bicampeão brasileiro e mundial de faixa-marrom, Leonardo Nogueira recebeu hoje (1) das mãos de Fabio Gurgel a faixa-preta de Jiu-Jitsu. Emocionado com a surpresa, Leo, que este ano faturou o absoluto da faixa-marrom, onde nomes como Ronaldo Jacaré, André Galvão e Roger Gracie já brilharam, prometeu continuar brigando por medalhas. “Agora é continuar treinando para chegar bem nas competições, pois sei que na faixa-preta a dificuldade aumenta. Já pretendo lutar o Rio Open e vou para medalhar. Vou lutar todas as competições para chegar no pódio”, disse Leo.

Quem também foi graduado a faixa-preta pelo líder da Alliance foi Sérgio Santos, que este ano faturou o meio-pesado no Brasileiro de Jiu-Jitsu e fechou o absoluto com Leonardo. “Infelizmente ele não foi para o Mundial porque não conseguiu tirar o visto a tempo. Mas gravem esse nome porque ele vai dar muito trabalho na faixa-preta. Já o Leonardo não tem nem o que falar, ele não tinha mais o que fazer na faixa-marrom, foram dois brasileiros e dois mundiais”, disse Antônio Peinado, o Batista, que até 2008, antes de pegar a faixa-preta, fechava peso e absoluto com Leonardo em todas as competições que participavam.
Fonte TATAME

Abi-Rihan luta o Rio Open

Inscrições vão até dia 10 de julho

Atual campeão brasileiro entre os médios, Raphael Abi-Rihan está em alta. O faixa-preta de Carlson Gracie vive momento de equilíbrio entre as duas funções exercidas, a dupla jornada de professor e atleta competidor.

A prova de que não fica olhando para o retrovisor e preso ao passado é a confirmação de sua atuação no Rio Internacional Open, competição que será realizada entre os dias 24 e 26 de julho, no tradicional ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, e cujas inscrições vão somente até a próxima semana, dia 10 de julho. Para garantir sua inscrição, clique aqui.

Depois de uma atuação inesquecível no Campeonato Brasileiro, com direito a finalização sobre Tarsis Humpreys na final do peso, Abi-Rihan segue de forma serena e constante sua rotina de treinos. “Vou continuar a lutas nas competições para ver até onde eu chego, tentando sempre superar os meus limites. Testar meu Jiu-Jitsu, para mim mesmo e lutar porque eu gosto”, afirmou.

O lutador, porém, sabe que agora tornou-se alvo das atenções dos competidores de sua categoria. “Existe uma certa vontade na maioria dos atletas de me vencer. Eu passei a ser a bola da vez ali. Acho que fiquei mais exposto. O que não me preocupa. Vou para jogo mesmo. Não estou aí para defender nenhuma posição e nem tirar ninguém de nenhum patamar. Só quero fazer o que gosto. Lutar o meu Jiu-Jitsu. Se tiver que ser campeão eu vou ser, se não, está tranqüilo. Vamos ver até onde eu chego. A minha intenção é essa, superar meus obstáculos”, disse Abi-Rihan.
Fonte GracieMAG

Léo Nogueira é faixa-preta

Fábio Gurgel e Romero Jacaré empolgados com graduação
Os lutadores faixas-pretas terão agora que ter um cuidado a mais quando forem competir, pois poderão esbarrar nas chaves com o mais novo faixa-preta da Alliance, Leonardo Nogueira.

Léo, que ainda estava sob o impacto da boa nova, conversou com GRACIEMAG.com no dia da confraternização. “Foi uma surpresa, fiquei muito emocionado. Agora vou continuar treinando forte como sempre fiz, para ver se conquisto alguma coisa”, disse.

Fábio Gurgel disse que independente do resultado do Mundial - Léo foi campeão do absoluto na marrom-, o aluno já seria graduado. “Acho que ele não tem nada mais pra fazer na marrom, já ganhou duas vezes o Mundial, o Brasileiro, o Rio Open. Foram dois anos ganhando tudo aí. Mas a preta não veio só pelos campeonatos, mas também pelo que ele vem fazendo nos últimos anos, mostrando dedicação na academia, a evolução técnica e se completando cada dia mais”, disse.

“Agora ele vem aí para nos ajudar a preencher o maior buraco que temos na equipe que é no peso pesado. Não temos muito a esperar, não. Creio que ele já tem condições de buscar de igual para igual”, afirmou o líder da Alliance.

Gurgel entre os dois novos faixas pretas, Léo Nogueira à esquerda.


Léo não deixou de lembrar de um inestimável apoio moral em sua vida e agradeceu a aquela que para ele é fundamental em sua vida. “Gostaria de agradecer muito a minha mãe, Ana Lúcia Nogueira, porque se não fosse ela com certeza eu não estaria aqui. Ela me ajuda em tudo. Tenho muitos gastos e pouco patrocínio, e ela sempre me incentiva nas competições, dá a maior força para mim”, disse Léo, que treina Jiu-Jitsu há seis anos e meio.

De Atlanta, o veterano Romero Jacaré, mestre de Gurgel, quis deixar uma mensagem para Léo e Serjão, o outro faixa-preta condecorado. “Ontem o Fábio Gurgel me ligou e falou que tinha dado a preta pra ele e para o Serjão, muito merecido por sinal. Eles darão muito trabalho. São dois novos valores que só nos enchem de orgulho e nos dão mais certeza e energia pra continuar o nosso trabalho, comandando essa rapaziada em novas conquistas e apontando o caminho de se portar com dignidade, sempre representando nossas tradições e nossos valores", declarou Jacaré.

Fonte GracieMAG

quarta-feira, julho 01, 2009

Bráulio Estima fatura título em Paris

Após faturar o tricampeonato mundial de Jiu-Jitsu, na Califórnia, no começo do mês, Bráulio Estima deu show mais uma vez. Em ação no Grappilng Máster VIP, o faixa-preta não deu chance aos adversários, vencendo a primeira por finalização e a segunda por pontos, abrindo 3x0 no placar contra Tonton. Do outro lado, seu irmão Victor Estima fazia um bom trabalho, vencendo o campeão da seletiva européia para o ADCC.

Outro faixa-preta presente na competição foi Lúcio Lagarto, que finalizou o primeiro adversário, mas acabou caindo na segunda disputa. “Os juízes não deram pontos negativos de fuga do Gregory”, reclama Bráulio, que vingou Lagarto logo em seguida. “Passei pelo meu irmão na semi e fiz a final contra o Gregory, vingando o Lagartão... Derrubei, passei, montei e finalizei no triângulo. Estou muito feliz com a contribuição do Jiu-Jitsu.... Depois do tri, fiz o maior campeonato da Inglaterra e uma semana depois, ganhei mais um evento grande. Estou amarradão”, conta o campeão, com sede de títulos: “o primeiro passo em busca do título no ADCC já foi dado”, garante.
Fonte TATAME

ADCC com novas categorias para 2011

O ADCC 2009 ainda nem começou, mas a organização do torneio de Submission já está se mexendo para preparar o evento de 2011. E tem novidades. Atualmente com sete categorias de peso, o torneio ganhará mais quatro a partir de 2010, quando começam a ser disputadas as seletivas do Circuito ADCC, classificatório para o torneio principal.

Neste domingo (5), a sede da Polícia Federal, na Praça Mauá, no Rio de Janeiro, será sede de uma clínica de arbitragem, para selecionar os árbitros que comandarão oito eventos do circuito ADCC a partir do ano que vem, que virá com 51 classes, começando com jovens atletas de 14 anos e indo até os profissionais. Para maiores informações, acesse o site www.adccbrazil.com.br.

Adulto Profissional:

Masculino: 60kg, 65kg, 70kg, 76kg, 83kg, 91kg, 100kg e +100 kg;
Feminino: 55kg, 60kg e +60kg.
Fonte TATAME

Manimal comanda semana de treinos em Sampa

Manimal (D) ao lado de Carlson Gracie e Oswaldo Paquetá
O mestre Luis Carlos “Manimal” começou uma semana intensa de treinos e seminários em Franca, interior de São Paulo. Comandando os treinos das filiais da Manimal Fight Team, presente na cidade há mais de 10 anos, o faixa-preta de Carlson Gracie dará aulas até amanhã nas quatro filiais. Para maiores informações a respeito dos treinos, entre em contato através dos telefones (16) 9124-1452 e 3721-4642.


Fonte TATAME

ADCC aumenta categorias para 2010

Tradicional torneio terá um total de 10 divisões de peso

Considerado um dos principais torneios de submission do planeta, o ADCC terá a edição 2009 realizada em setembro, na Espanha. No entanto, os organizadores já trabalham de olho no ano que vem, quando será disputado um circuito classificatório para a edição 2011.

A mais recente novidade é a decisão do Comitê do ADCC de incluir novas categorias de peso. Até a edição deste ano serão seis divisões (66kg, 77kg, 88kg, 99kg, acima de 99kg e absoluto).

Segundo informa Wagner Gomes, secretário-geral do ADCC Brazil, a partir do ano que vem a divisão dos pesos ficará da seguinte maneira:

Masculino: 60 kg, 65 kg, 70 kg, 76 kg, 83 kg, 91 kg, 100 kg, +100 kg
Feminino: 55 kg, 60 kg, + 60 kg
Neste domingo, 5 de julho, haverá uma clinica de arbitragem no Rio. A atividade será na sede da Policia Federal, na Praça Mauá, e vai selecionar os árbitros que irão atuar nos oito eventos do Circuito ADCC 2010.
A competição terá as categorias 14 e 15 anos, 16 e 17 anos, amador e profissional. Ao todo serão 51 classes disputando o Circuito em 2010. Para maiores informações acesse o site www.adccbrazil.com.br.
Fonte GracieMAG